A polícia da Índia prendeu a YouTuber Jyoti Malhotra, suspeita de espionagem para o Paquistão. Ela é uma influenciadora de viagens do estado de Haryana e teria viajado para o Paquistão várias vezes, com a última visita em março de 2025. As autoridades afirmam que ela estava em contato com um funcionário da Alta Comissão do Paquistão, que foi expulso do país recentemente. O pai de Jyoti nega as acusações, dizendo que ela tinha permissão para viajar. A polícia investiga como ela financiou suas viagens, já que seus vídeos mostram visitas a vários países, além de locais na Índia. Jyoti também está sendo investigada por possíveis ligações com um ataque em Pahalgam, que resultou em mortes. Sua prisão ocorre em um momento de tensão militar entre Índia e Paquistão, após um ataque a turistas em Pahalgam.
A YouTuber Jyoti Malhotra foi presa na Índia sob suspeita de espionagem em favor do Paquistão. A influenciadora de viagens, originária do estado de Haryana, é acusada de manter contato com um oficial do Paquistão e de financiar viagens internacionais de forma suspeita. Sua última visita ao país vizinho ocorreu em março de 2025.
As autoridades alegam que Malhotra tinha ligações com um funcionário da Alta Comissão do Paquistão, que foi expulso da Índia no início de maio. O pai da YouTuber nega as acusações, afirmando que ela obteve as permissões necessárias para viajar. Com 377 mil inscritos no YouTube e 133 mil seguidores no Instagram, Malhotra se descreve como uma “garota moderna com ideias antigas”.
A polícia investiga como ela financiou suas viagens, que incluem destinos como Bangladesh, China e Emirados Árabes Unidos. As autoridades afirmam que suas despesas não condizem com sua fonte de renda conhecida. Além disso, Malhotra é investigada por possíveis conexões com um ataque em Pahalgam, que resultou em mortes.
A prisão ocorre em um contexto de crescente tensão militar entre Índia e Paquistão. Em 7 de maio, a Índia atacou o que chamou de “infraestrutura terrorista” no Paquistão, dias após o ataque em Pahalgam. Ambos os países concordaram em um cessar-fogo em 10 de maio, mediado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
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