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Rainhas de branco e preto seguem protocolo do Vaticano diante do Papa Leão XIV

Cerimônia de entronização do Papa Leão XIV destaca tradições de vestuário e a presença de líderes globais, refletindo a relação entre Igreja e monarquias.

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No último domingo, o Papa Leão XIV foi entronizado no Vaticano, em uma cerimônia que contou com a presença de mais de 150 líderes mundiais e membros da realeza europeia. Durante o evento, algumas rainhas católicas, como Letizia da Espanha, Charlene do Mônaco e Mathilde da Bélgica, usaram vestidos brancos, seguindo uma tradição conhecida como “privilégio do branco”. Outras, como a rainha Máxima dos Países Baixos e a princesa Victoria da Suécia, vestiram-se de preto, respeitando o protocolo tradicional. A rainha Letizia usou um vestido da marca Redondo, enquanto Charlene optou por um modelo de Elie Saab e Mathilde escolheu uma criação da Dior. O uso de branco e preto nas cerimônias papais reflete a longa relação entre a Igreja e as monarquias da Europa. A entronização do novo Papa marca um novo momento na liderança da Igreja e nas práticas cerimoniais que envolvem o poder religioso e temporal.

A cerimônia de entronização do Papa Leão XIV, realizada no último domingo (18) no Vaticano, atraiu a presença de mais de 150 líderes mundiais, incluindo diversas figuras da realeza europeia. O evento destacou o “privilégio do branco”, que permite a algumas rainhas católicas usarem vestidos brancos, enquanto outras, como a rainha Máxima dos Países Baixos, seguiram o protocolo tradicional e se vestiram de preto.

Entre as soberanas que se apresentaram em branco estavam Letizia da Espanha, Charlene do Mônaco e Mathilde da Bélgica. O “privilégio do branco” é uma tradição da Santa Sé, concedida a poucas rainhas católicas, que devem usar vestidos brancos em cerimônias oficiais com o Papa. Segundo a especialista em etiqueta Anitta Ruiz, apenas seis mulheres têm esse direito, incluindo a grã-duquesa Maria Teresa do Luxemburgo.

Protocolo e Vestuário

Durante a cerimônia, o vestuário das participantes seguiu rigorosos padrões. A rainha Letizia optou por um vestido da marca Redondo, complementado por uma mantilha branca. A Casa Real espanhola destacou a importância do evento nas redes sociais, expressando votos ao novo Papa e a expectativa de uma visita papal à Espanha. Charlene do Mônaco escolheu um vestido brocado de Elie Saab, enquanto Mathilde da Bélgica usou uma criação da Dior.

Por outro lado, representantes de casas reais protestantes, como a princesa Victoria da Suécia e a rainha Máxima, vestiram-se de preto, respeitando o protocolo tradicional. A primeira-dama da Ucrânia, Olena Zelenska, e Usha Vance, esposa do senador J.D. Vance, também seguiram as normas do cerimonial, optando por trajes discretos.

Tradição Histórica

O protocolo de vestuário nas audiências papais é uma das normas diplomáticas mais antigas em vigor. O uso de branco e preto simboliza a relação histórica entre a Igreja e as monarquias europeias. Com a entronização do Papa Leão XIV, um novo capítulo se inicia na liderança espiritual da Igreja, renovando a atenção às práticas cerimoniais que moldam a interação entre poder temporal e religioso.

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