Assata Shakur, uma fugitiva americana, vive em Cuba desde 1979 após escapar da prisão. Ela é acusada de assassinar um policial em 1973, mas sempre afirmou ser inocente. Recentemente, o Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, pediu a extradição dela, lembrando que Cuba abriga fugitivos americanos. Shakur, que é vista como heroína por alguns e criminosa por outros, foi condenada em um julgamento que considera injusto. Ela se descreve como uma “escrava fugitiva” e defende sua luta contra o racismo e a opressão. Apesar de ser uma figura polêmica, muitos a apoiam, especialmente na comunidade negra. O governo dos EUA ainda oferece uma recompensa de um milhão de dólares por informações sobre seu paradeiro.
Joanne Deborah Chesimard, conhecida como Assata Shakur, é uma fugitiva americana acusada de assassinar um policial em mil novecentos e setenta e três. Desde sua fuga da prisão em mil novecentos e setenta e nove, ela vive em Cuba, onde é considerada uma heroína por alguns e uma criminosa por outros. Recentemente, o Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, reiterou a demanda pela extradição de Shakur, destacando que Cuba abriga fugitivos americanos.
O FBI descreve Shakur como uma mulher de olhos castanhos e cabelo preto ou grisalho, com altura de um metro e setenta e um centímetros. A recompensa por informações sobre seu paradeiro é de um milhão de dólares. O caso de Shakur é um tema recorrente nas relações tensas entre os EUA e Cuba, sendo frequentemente mencionado por autoridades americanas. Rubio afirmou que o regime cubano oferece abrigo a “terroristas e criminosos”, referindo-se diretamente a Shakur.
A acusação contra Shakur remonta a um incidente em mil novecentos e setenta e três, quando o policial Werner Foerster foi morto durante uma abordagem policial. Shakur nega as acusações, alegando que não havia resíduos de pólvora em suas mãos e que foi ferida antes de qualquer confronto. Em sua defesa, ela afirmou ter sido vítima de um “linchamento legal” por um júri majoritariamente branco.
Relações EUA-Cuba
A relação entre os dois países tem sido marcada por tentativas de diálogo e tensões. Durante a administração de Barack Obama, houve uma tentativa de normalização das relações, mas a extradição de Shakur não foi discutida. Em mil novecentos e setenta e sete, ela foi condenada a prisão perpétua, mas conseguiu escapar em mil novecentos e setenta e nove, recebendo asilo político em Cuba, onde vive até hoje.
Shakur, que se considera uma “escrava fugitiva”, defende sua posição como uma ativista política. Ela critica o sistema judicial americano e afirma que sua luta é pela justiça para seu povo. O governo dos EUA continua a pressionar Cuba pela extradição, mas o país caribenho a considera uma refugiada política.
Entre na conversa da comunidade