Ataques dos Estados Unidos a um porto de combustível no Iêmen resultaram na morte de pelo menos 80 pessoas, segundo a TV Al Masirah, que é ligada aos houthis. Este ataque é um dos mais mortais realizados pelos EUA contra o grupo. Os ataques ocorreram durante a guerra civil no Iêmen, que envolve os houthis, apoiados pelo Irã, e o governo reconhecido internacionalmente. A TV não informou se as vítimas eram civis ou combatentes, mas chamou a ação de uma escalada da agressão americana. O governo dos EUA ainda não comentou sobre o incidente. A situação no Iêmen é crítica, com milhões de pessoas enfrentando fome e deslocamento devido ao conflito, que se intensificou em 2015 com a intervenção da Arábia Saudita.
Ataque dos EUA no Iêmen deixa ao menos 80 mortos
Ataques realizados pelos Estados Unidos a um porto de combustível no Iêmen causaram a morte de, no mínimo, 80 pessoas na quinta-feira (17). A informação foi divulgada pela emissora de televisão Al Masirah, ligada aos rebeldes houthis. Se confirmados, os números representam um dos ataques mais letais de Washington contra o grupo.
Os ataques ocorreram em meio à guerra civil que assola o Iêmen, conflito que envolve os houthis, apoiados pelo Irã, e o governo do país, reconhecido internacionalmente. A intervenção militar dos Estados Unidos intensificou a crise humanitária na região.
A TV Al Masirah não detalhou as circunstâncias exatas do ataque, nem especificou se as vítimas eram combatentes ou civis. A emissora, no entanto, classificou a ofensiva como uma escalada da agressão americana contra o Iêmen.
O governo dos Estados Unidos ainda não se pronunciou oficialmente sobre o incidente. A ação ocorre em um contexto de tensões crescentes no Oriente Médio, com acusações mútuas entre os EUA e o Irã sobre o apoio a grupos armados na região.
Os conflitos no Iêmen já causaram uma das maiores crises humanitárias do mundo, com milhões de pessoas enfrentando fome, doenças e deslocamento. A guerra civil se intensificou em 2015, com a intervenção de uma coalizão liderada pela Arábia Saudita em apoio ao governo iemenita.
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