A Europa está se preparando para possíveis conflitos, especialmente após a invasão da Ucrânia pela Rússia. Países como Suécia e Alemanha estão adotando medidas que incluem estocar suprimentos e mudar a mentalidade da população para uma “prontidão para a guerra”. A Comissão Europeia recomenda que os cidadãos tenham alimentos e itens essenciais para pelo menos 72 horas em caso de emergência. A Alemanha atualizou suas diretrizes de defesa, enquanto a Suécia distribuiu um guia de sobrevivência com instruções sobre como agir em situações de guerra. Na Finlândia, que faz fronteira com a Rússia, a preparação para conflitos é parte da cultura nacional, e o governo revisou seus abrigos de emergência, que podem acomodar 4,8 milhões de pessoas. Apesar das novas orientações, não está claro o quanto as pessoas realmente seguirão essas recomendações. A percepção da ameaça russa varia entre os países, com nações como a Finlândia e os Estados Bálticos sentindo a necessidade de se preparar, enquanto outros, como Portugal e Itália, têm preocupações diferentes.
A Europa intensifica suas preparações para possíveis conflitos, especialmente após a invasão da Ucrânia pela Rússia. Países como Suécia e Alemanha estão implementando diretrizes que incluem estocagem de suprimentos e a adoção de uma mentalidade de “prontidão para a guerra”. O secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, enfatizou a necessidade de uma mudança na mentalidade da população.
A Comissão Europeia recomenda que os cidadãos tenham suprimentos suficientes para pelo menos 72 horas em caso de crise. Em março, a comissão destacou a importância de cultivar uma cultura de preparação e resiliência. A Alemanha atualizou sua diretiva de defesa, enquanto a Suécia distribuiu um guia de sobrevivência, instruindo a população sobre como agir em caso de guerra.
Na Finlândia, que possui uma extensa fronteira com a Rússia, a preparação para conflitos é parte da cultura nacional. O governo finlandês revisou seus abrigos de emergência, que podem acomodar 4,8 milhões de pessoas. Além disso, novas orientações foram emitidas para lidar com cortes de energia e conflitos militares.
Embora as diretrizes tenham sido atualizadas, a eficácia dessas orientações ainda é incerta. Claudia Major, do German Marshall Fund, alertou que é crucial aumentar a preparação sem alarmar a população. A percepção da ameaça russa varia entre os países, com nações como a Finlândia e os Estados Bálticos sentindo a urgência de se preparar, enquanto outros, como Portugal e Itália, têm preocupações diferentes.
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