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EUA encerram proteção temporária para milhares de afegãos e camaronenses

Cerca de 22 mil afegãos e camaroneses perderão Status de Proteção Temporária nos EUA, com deportações previstas para os próximos meses.

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O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos anunciou que vai revogar o Status de Proteção Temporária (TPS) para 14.600 afegãos e 7.900 camaroneses, com deportações programadas para maio e junho. A secretária Kristi Noem afirmou que as condições em seus países de origem não justificam mais a proteção. O TPS permite que pessoas de países em conflito ou com desastres ambientais permaneçam nos EUA sem risco de deportação e com acesso a trabalho. Em setembro de 2023, o secretário anterior, Alejandro Mayorkas, havia prorrogado o TPS para afegãos por mais 18 meses, mas essa decisão foi revertida após consultas com agências governamentais. A situação é preocupante para muitos, como Shukriah, uma afegã que chegou aos EUA em janeiro de 2024 e que relatou problemas de saúde mental devido à ameaça de deportação. O DHS informou que aqueles que perderem o TPS devem deixar os EUA imediatamente ou enfrentar ações legais. Além disso, a administração Trump anunciou a revogação do status temporário de mais de 500 mil migrantes de Cuba, Haiti, Nicarágua e Venezuela, que foram admitidos sob um programa do governo Biden, refletindo um foco contínuo em deportações.

O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos anunciou a revogação do Status de Proteção Temporária (TPS) para 14.600 afegãos e 7.900 camaroneses. A decisão, comunicada pela secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, se baseia na avaliação de que as condições em seus países de origem não justificam mais a proteção, com deportações programadas para maio e junho.

O TPS é concedido a cidadãos de países que enfrentam conflitos armados ou desastres ambientais, permitindo que permaneçam nos EUA com proteção contra deportação e acesso a permissões de trabalho. Em setembro de 2023, o então secretário Alejandro Mayorkas havia prorrogado o TPS para afegãos por mais 18 meses, mas Noem reverteu essa decisão após consultar agências governamentais.

A situação é alarmante para muitos afetados, como Shukriah, uma afegã que chegou aos EUA em janeiro de 2024. Ela relatou que a ameaça de deportação impactou severamente sua saúde mental e física. Em um comunicado, o DHS informou que aqueles que perderem o TPS devem deixar os EUA imediatamente ou enfrentar ações legais.

Além disso, a administração Trump anunciou a revogação do status temporário de mais de 500 mil migrantes de Cuba, Haiti, Nicarágua e Venezuela, que haviam sido admitidos sob um programa do governo Biden. A mudança nas políticas de imigração reflete um foco contínuo em deportações, que foi uma prioridade na campanha eleitoral de Trump.

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