Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Ksenia Karelina é libertada após um ano de prisão na Rússia por ‘traição’ e retorna aos EUA

Bailarina russo-americana Ksenia Karelina é libertada após um ano de prisão na Rússia por "traição" e retorna aos EUA. Detenção foi considerada injusta.

0:00
Carregando...
0:00

Ksenia Karelina, uma bailarina russo-americana de 33 anos, foi libertada após passar mais de um ano presa na Rússia. Ela havia sido condenada a 12 anos por traição, após fazer uma doação de cerca de 50 dólares para uma organização que apoia a Ucrânia. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, anunciou que Karelina está a caminho dos Estados Unidos e afirmou que sua detenção foi injusta. A prisão dela foi revelada em fevereiro de 2024, um mês depois de ela ter viajado à Rússia para visitar familiares. O Serviço Federal de Segurança da Rússia a acusou de arrecadar dinheiro para uma organização que supostamente fornecia armas ao Exército da Ucrânia. A doação foi feita para a Razom for Ukraine, que se declarou como uma instituição de caridade sem apoio militar. Karelina, que se tornou cidadã americana em 2021, foi presa em janeiro de 2024 durante sua visita a Yekaterimburgo. Os promotores pediram uma pena maior, mas o tribunal a sentenciou a 12 anos em uma colônia penal. A libertação dela ainda não foi confirmada como parte de um acordo entre os EUA e a Rússia.

A bailarina amadora russo-americana Ksenia Karelina, de 33 anos, foi libertada após mais de um ano de prisão na Rússia, onde cumpria uma pena de doze anos por “traição”. O anúncio foi feito pelo secretário de Estado americano, Marco Rubio, que afirmou que Karelina está a caminho dos Estados Unidos. Segundo Rubio, ela foi detida injustamente e a Casa Branca continuará a trabalhar pela libertação de outros americanos presos no exterior.

Karelina foi condenada em agosto de 2024 após ser acusada de fazer uma doação de aproximadamente US$ 50 a uma organização que apoia a Ucrânia. O julgamento ocorreu em Ecaterimburgo, onde também foi sentenciado o jornalista Evan Gershkovich, do Wall Street Journal, a dezesseis anos por espionagem. A prisão de Karelina foi revelada em fevereiro de 2024, um mês após sua chegada à Rússia para visitar familiares.

O Serviço Federal de Segurança da Rússia (FSB) alegou que a bailarina arrecadou fundos para uma organização ucraniana que supostamente fornecia armas ao Exército da Ucrânia. A doação foi feita para a Razom for Ukraine, uma instituição de caridade que, segundo sua própria declaração, não oferece apoio militar. Karelina, que se tornou cidadã americana em 2021, foi presa em janeiro de 2024 durante sua visita a Yekaterimburgo.

Os promotores pediram uma pena de quinze anos, mas o tribunal a considerou culpada de alta traição, resultando em uma sentença de doze anos em uma colônia penal de regime geral. A libertação de Karelina ainda não foi confirmada como parte de um acordo de troca de prisioneiros entre os Estados Unidos e a Rússia.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais