Lázaro Yuri Valle Roca, um jornalista cubano que se opôs ao governo, foi libertado da prisão em Cuba e chegou aos Estados Unidos em junho de 2024, graças a um programa de ajuda do governo americano. Ele saiu do país em condições difíceis, tendo perdido muito peso durante a detenção. Lázaro, que ainda tinha pena a cumprir, foi forçado a deixar sua terra natal, onde enfrentou repressão e violência por seu trabalho como jornalista.
Recentemente, ele e sua esposa, Eralidis Frómeta, receberam uma notificação das autoridades dos EUA para deixar o país em até trinta dias, ou se tornarem imigrantes sem documentos. O aviso também cancelou os vistos de trabalho que tinham. Lázaro está preocupado com a possibilidade de voltar a Cuba, onde teme ser preso novamente por sua oposição ao regime.
Durante sua vida em Cuba, Lázaro foi preso e agredido várias vezes por ser um jornalista independente, cobrindo protestos e abusos de direitos humanos. Ele foi condenado a cinco anos de prisão por supostamente incitar manifestações contra o governo. Organizações de direitos humanos denunciaram as péssimas condições de sua detenção, que afetaram sua saúde.
Agora vivendo em Lancaster, na Pensilvânia, Lázaro está tentando conseguir asilo político. Ele afirmou que, se for deportado, não ficará em silêncio e continuará lutando pela liberdade em Cuba. A comunidade cubana e grupos de direitos humanos estão preocupados com sua situação e pedem que o governo dos EUA reconsidere a decisão de deportação, alertando sobre os riscos que ele e sua esposa enfrentariam ao retornar ao país.
Lázaro Yuri Valle Roca, um jornalista dissidente cubano, foi libertado da prisão em Cuba e chegou aos Estados Unidos em junho de 2024, beneficiado pelo programa de parole humanitário do governo Biden. Ele deixou o país sob severas condições, tendo perdido cerca de 14 quilos durante sua detenção. Lázaro, que ainda cumpria pena, foi forçado a deixar sua terra natal, onde enfrentou repressão e violência por suas atividades como jornalista e ativista.
Recentemente, Lázaro e sua esposa, Eralidis Frómeta, receberam um aviso das autoridades americanas para deixar os Estados Unidos em até trinta dias, sob pena de se tornarem imigrantes indocumentados. O e-mail, enviado a milhares de beneficiários do programa, revogou também os vistos de trabalho anteriormente garantidos. Lázaro expressou sua confusão e preocupação com a possibilidade de retornar a Cuba, onde teme ser preso novamente devido ao seu histórico de oposição ao regime.
Durante sua vida em Cuba, Lázaro enfrentou diversas prisões e agressões por sua atuação como jornalista independente, cobrindo protestos e violações de direitos humanos. Ele foi condenado a cinco anos de prisão após ser acusado de incitar manifestações contra o governo. Organizações de direitos humanos denunciaram as condições de sua detenção, que resultaram em sérios problemas de saúde.
Atualmente residindo em Lancaster, na Pensilvânia, Lázaro está em processo de solicitação de asilo político. Ele afirmou que, se for deportado, não se calará e continuará sua luta pela liberdade em Cuba. A comunidade cubana e grupos de direitos humanos expressaram preocupação com sua situação, pedindo que o governo dos Estados Unidos reconsidere a decisão de deportação, alertando para os riscos que ele e sua esposa enfrentariam ao retornar ao país.
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