O chefe do Conselho de Segurança Nacional de Taiwan, Joseph Wu, chegou aos Estados Unidos para se reunir com a administração do presidente Donald Trump. Essa visita ocorre logo após a China realizar exercícios militares em torno de Taiwan, que incluíram manobras com tiro real no Mar da China Oriental, aumentando as tensões na região. A reunião é a primeira a utilizar o chamado “canal especial” desde o retorno de Trump à Casa Branca em janeiro.
O escritório de representação de Taiwan em Washington confirmou a visita, mas não forneceu detalhes adicionais. A China intensificou sua retórica contra o presidente de Taiwan, Lai Ching-te, chamando-o de “parasita” após a visita do secretário de Defesa dos Estados Unidos à Ásia. A China considera Taiwan, que tem um governo democrático, como parte de seu território e classifica Lai como um “separatista”.
Lai, que venceu as eleições no ano passado, rejeita as reivindicações de soberania de Pequim e afirma que apenas o povo de Taiwan pode decidir seu futuro. As tensões entre Estados Unidos e China se ampliam, abrangendo diversas questões, como direitos humanos e tarifas comerciais, com a situação em Taiwan sendo um dos principais pontos de conflito entre as duas potências.
O chefe do Conselho de Segurança Nacional de Taiwan, Joseph Wu, chegou aos Estados Unidos para uma reunião com a administração do presidente Donald Trump, conforme informado por uma fonte próxima ao assunto. A visita ocorre logo após a China concluir exercícios militares em torno de Taiwan, que incluíram manobras de longo alcance com tiro real no Mar da China Oriental, elevando as tensões na região.
A reunião, que marca o primeiro uso do chamado “canal especial” desde o retorno de Trump à Casa Branca em janeiro, foi confirmada pelo escritório de representação de Taiwan em Washington, que, no entanto, não forneceu mais detalhes. A China intensificou sua retórica contra o presidente de Taiwan, Lai Ching-te, chamando-o de “parasita” após a visita do secretário de Defesa dos Estados Unidos à Ásia.
A China considera Taiwan, que possui um governo democrático, como parte de seu território e classifica Lai como um “separatista”. O presidente de Taiwan, que venceu as eleições no ano passado, rejeita as reivindicações de soberania de Pequim e defende que apenas o povo de Taiwan pode decidir seu futuro.
As tensões entre Estados Unidos e China se ampliam, abrangendo diversas questões, como direitos humanos e tarifas comerciais. A situação em Taiwan é apenas uma das áreas de conflito que testam as relações entre as duas potências.
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