Ataques aéreos israelenses em Gaza resultaram na morte de pelo menos cem palestinos, incluindo crianças, em um abrigo da Organização das Nações Unidas (ONU). O porta-voz do Ministério da Saúde, Zaher al-Wahidi, informou que entre os mortos estão quatorze crianças e cinco mulheres. A ofensiva militar de Israel visa pressionar o grupo Hamas, que foi acusado de realizar um “massacre hediondo” contra civis.
A situação humanitária em Gaza se agrava com novas ordens de evacuação, forçando os residentes a se deslocarem para áreas mais seguras. Israel alertou que usará “força extrema” nas operações em regiões do norte de Gaza, onde cerca de duzentos e oitenta mil palestinos já foram deslocados desde o fim do cessar-fogo. Muitos estão fugindo a pé, levando seus pertences.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou a criação de um corredor de segurança em Gaza, visando isolar a cidade de Rafah. Essa medida faz parte de uma estratégia mais ampla que inclui um bloqueio de um mês a alimentos e suprimentos, o que, segundo grupos de direitos humanos, pode ser considerado um crime de guerra. Hamas condiciona a liberação de reféns a um cessar-fogo duradouro e à retirada das forças israelenses.
Além disso, a guerra em Gaza já causou mais de cinquenta mil mortes, segundo o Ministério da Saúde local, com a maioria das vítimas sendo mulheres e crianças. Em resposta a um ataque em março, que resultou na morte de quinze trabalhadores humanitários, Israel prometeu uma investigação independente. A situação continua a ser monitorada pela comunidade internacional, enquanto o conflito se intensifica.
Ataques aéreos israelenses em Gaza resultaram na morte de pelo menos cem palestinos, incluindo crianças, em um abrigo da Organização das Nações Unidas (ONU). O porta-voz do Ministério da Saúde, Zaher al-Wahidi, informou que entre os mortos estão quatorze crianças e cinco mulheres. A ofensiva militar de Israel visa pressionar o grupo Hamas, que foi acusado de realizar uma “massacre hediondo” contra civis.
A situação humanitária em Gaza se agrava com novas ordens de evacuação, que forçam os residentes a se deslocarem para áreas mais seguras. Israel alertou que usará “força extrema” nas operações em regiões do norte de Gaza, onde cerca de duzentos e oitenta mil palestinos já foram deslocados desde o fim do cessar-fogo. Muitos estão fugindo a pé, levando seus pertences.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou a criação de um corredor de segurança em Gaza, visando isolar a cidade de Rafah. A medida é parte de uma estratégia mais ampla que inclui um bloqueio de um mês a alimentos e suprimentos, o que, segundo grupos de direitos humanos, pode ser considerado um crime de guerra. Hamas, por sua vez, condiciona a liberação de reféns a um cessar-fogo duradouro e à retirada das forças israelenses.
Além disso, a guerra em Gaza já causou mais de cinquenta mil mortes, segundo o Ministério da Saúde local, com a maioria das vítimas sendo mulheres e crianças. Em resposta a um ataque em março, que resultou na morte de quinze trabalhadores humanitários, Israel prometeu uma investigação independente. A situação continua a ser monitorada pela comunidade internacional, enquanto o conflito se intensifica.
Entre na conversa da comunidade