O governo da Hungria anunciou, nesta quinta-feira, a decisão de iniciar o processo de retirada do Tribunal Penal Internacional (TPI). A medida foi divulgada logo após a chegada do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, a Budapeste, onde foi recebido com honras militares. Netanyahu enfrenta um mandado de prisão do TPI por supostos crimes de guerra relacionados ao conflito em Gaza, mas o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, já havia declarado que não cumpriria essa ordem.
O chefe de gabinete de Orbán, Gergely Gulyás, confirmou que a retirada do TPI será formalizada, alegando que o tribunal se tornou um órgão político. Orbán criticou a legitimidade do TPI, afirmando que suas decisões, especialmente em relação a Israel, demonstram uma falta de imparcialidade. A Hungria, que assinou o Estatuto de Roma em mil novecentos e noventa e nove e o ratificou em dois mil e um, nunca incorporou o tratado à sua legislação interna, o que, segundo o governo, inviabiliza a aplicação de suas decisões no país.
Durante a visita, Netanyahu elogiou a decisão da Hungria, considerando-a uma postura corajosa e alinhada aos princípios de justiça e soberania. Ele afirmou que o TPI se voltou contra Israel em um momento em que o país luta por sua defesa. A visita de Netanyahu a Budapeste é significativa, pois representa um fortalecimento das relações entre os dois países, especialmente em um contexto onde a Hungria tem sido um aliado consistente de Israel na União Europeia.
A decisão da Hungria de se retirar do TPI foi criticada por diversas organizações de direitos humanos, que consideram a medida uma forma de conivência com ações que violam os direitos humanos. O TPI, por sua vez, lembrou que a Hungria tem a obrigação de cooperar com suas decisões, ressaltando a importância do cumprimento das normas internacionais.
O governo da Hungria anunciou, nesta quinta-feira, a decisão de iniciar o processo de retirada do Tribunal Penal Internacional (TPI). A medida foi divulgada logo após a chegada do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, a Budapeste, onde foi recebido com honras militares. Netanyahu enfrenta um mandado de prisão do TPI por supostos crimes de guerra relacionados ao conflito em Gaza, mas Orbán já havia declarado que não cumpriria essa ordem.
O chefe de gabinete de Orbán, Gergely Gulyás, confirmou que a retirada do TPI será formalizada, alegando que o tribunal se tornou um órgão político. Orbán criticou a legitimidade do TPI, afirmando que suas decisões, especialmente em relação a Israel, demonstram uma falta de imparcialidade. A Hungria, que assinou o Estatuto de Roma em mil novecentos e noventa e nove e o ratificou em dois mil e um, nunca incorporou o tratado à sua legislação interna, o que, segundo o governo, inviabiliza a aplicação de suas decisões no país.
Durante a visita, Netanyahu elogiou a decisão da Hungria, considerando-a uma postura corajosa e alinhada aos princípios de justiça e soberania. Ele afirmou que o TPI se voltou contra Israel em um momento em que o país luta por sua defesa. A visita de Netanyahu a Budapeste é significativa, pois representa um fortalecimento das relações entre os dois países, especialmente em um contexto onde a Hungria tem sido um aliado consistente de Israel na União Europeia.
A decisão da Hungria de se retirar do TPI foi criticada por diversas organizações de direitos humanos, que consideram a medida uma forma de conivência com ações que violam os direitos humanos. O TPI, por sua vez, lembrou que a Hungria tem a obrigação de cooperar com suas decisões, ressaltando a importância do cumprimento das normas internacionais.
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