O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, organizou uma reunião virtual com 25 líderes internacionais no último sábado, dia 15, para intensificar a pressão sobre a Rússia e buscar a assinatura do presidente Vladimir Putin em um acordo de cessar-fogo na guerra contra a Ucrânia. Starmer afirmou que Putin “não leva a paz a sério” e destacou […]
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, organizou uma reunião virtual com 25 líderes internacionais no último sábado, dia 15, para intensificar a pressão sobre a Rússia e buscar a assinatura do presidente Vladimir Putin em um acordo de cessar-fogo na guerra contra a Ucrânia. Starmer afirmou que Putin “não leva a paz a sério” e destacou que, caso o acordo não seja assinado, é necessário aumentar a pressão econômica sobre a Rússia para encerrar o conflito.
A conferência, chamada de “coalizão dos dispostos”, contou com a presença de líderes como o presidente francês Emmanuel Macron, a primeira-ministra italiana Giorgia Meloni, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, além de representantes da OTAN e da União Europeia. Este foi o segundo encontro em duas semanas, com o objetivo de apoiar a Ucrânia, que enfrenta um conflito com a Rússia há mais de três anos. Durante a reunião, os líderes discutiram uma proposta de cessar-fogo de 30 dias, ainda não assinada.
A postura da Rússia, conforme declarado por Putin na quinta-feira, dia 13, indica que ele aceitaria a interrupção do conflito, mas com várias condições. O presidente russo questionou se a Ucrânia continuaria recebendo armas durante a trégua e se utilizaria o tempo para treinar suas forças armadas. Além disso, Putin exigiu concessões significativas de Kiev para aceitar o cessar-fogo.
O presidente Zelensky, em declaração na sexta-feira, dia 14, mencionou que discutiu com Macron “aspectos técnicos” sobre a aplicação do cessar-fogo. Ele afirmou que suas equipes estão trabalhando em garantias de segurança e que estarão prontas em breve. Starmer e Macron também manifestaram a disposição de enviar tropas britânicas e francesas para a Ucrânia, reforçando o apoio ao país em meio à crise.
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