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EUA e Rússia convocam reunião da ONU após massacre de 745 civis na Síria

- EUA e Rússia solicitaram reunião do Conselho de Segurança da ONU sobre a Síria. - Aproximadamente 745 civis foram mortos em massacres contra alauítas recentemente. - O Observatório Sírio para os Direitos Humanos monitora a situação e reporta os massacres. - O governo sírio alega que ataques foram provocados por remanescentes do regime. - Autoridades internacionais pedem proteção aos civis e responsabilização de terroristas.

Os Estados Unidos e a Rússia solicitaram ao Conselho de Segurança das Nações Unidas uma reunião a portas fechadas para esta segunda-feira, em resposta à crescente violência na Síria. Diplomatas informaram que a escalada de conflitos levou a essa decisão. O Observatório Sírio para os Direitos Humanos (SOHR) relatou que aproximadamente 745 civis foram mortos […]

Os Estados Unidos e a Rússia solicitaram ao Conselho de Segurança das Nações Unidas uma reunião a portas fechadas para esta segunda-feira, em resposta à crescente violência na Síria. Diplomatas informaram que a escalada de conflitos levou a essa decisão. O Observatório Sírio para os Direitos Humanos (SOHR) relatou que aproximadamente 745 civis foram mortos em cerca de 30 massacres contra alauítas nos dias 7 e 8 de janeiro.

As forças de segurança do novo governo sírio, que sucedeu o regime de Bashar al-Assad, são acusadas de perpetrar esses ataques, enquanto o governo atribui a violência a um levante de remanescentes do antigo regime. Os alauítas, que apoiavam Assad, negam essa narrativa, afirmando que estão sendo perseguidos por sunitas radicais que assumiram o controle em dezembro.

O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, pediu que as autoridades sírias responsabilizem os “terroristas islâmicos radicais”. Em um comunicado, ele condenou os ataques recentes, destacando a presença de jihadistas estrangeiros na região. No Reino Unido, o ministro das Relações Exteriores, David Lammy, classificou os relatos de mortes de civis como “horríveis” e exigiu que Damasco assegure a proteção de todos os sírios, além de um caminho para a justiça transicional.

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