- Mobigame, liderado por David Papazian, afirma que luta há mais de 17 anos contra Tim Langdell e a Edge Games por uma suposta marca registrada da palavra “EDGE” no setor de jogos.
- Em 2009, Langdell conseguiu remover o jogo Edge da loja de aplicativos e pediu 25% das vendas, alegando possuir uma marca global associada à palavra, independentemente do conteúdo do jogo.
- O caso envolveu confrontos com a Electronic Arts sobre Mirror’s Edge, resultando em um acordo em que Langdell precisou liberar várias marcas relacionadas a Edge.
- Apesar dos acordos, Langdell continuou com ações de marca relacionada a Edge, incluindo uma possível nova disputa envolvendo um port mobile de um jogo de 1986, Bobby Bearing, em memória de uma remarca anterior.
- Papazian afirma que a Mobigame está em melhor posição financeira para enfrentar o processo, e que pretende obter descobertas documentais para buscar compensação total, caso as evidências confirmem as alegações.
A Mobigame enfrenta a possibilidade de enfrentar novamente Tim Langdell, conhecido por tentar explorar a marca EDGE. Um post no LinkedIn indica que Langdell relança uma disputa antiga contra a desenvolvedora, hoje em posição de resistência mais sólida.
A Mobigame afirma que lidou com Langdell e a Edge Games por mais de 17 anos em torno da palavra EDGE. O objetivo é expor o que classifica como trollagem de marca e manter o caso público, com informações verificáveis para evitar repetição do histórico.
Historicamente, em 2009, Langdell conseguiu remover do app store o jogo Edge, alegando possuir marca global sobre a palavra. A ação exigia participação em receitas, independentemente do conteúdo do título, envolvendo também casos como Mirror’s Edge e Soul Edge.
Segundo a narrativa atual, Langdell sustenta que o Edge possuía marca móvel existente por meio de uma porta de jogo de 1986. A Mobigame contesta os argumentos, citando diferenças regionais de distribuição e a necessidade de ouvidoria junto ao criador original de Bobby Bearing.
A equipe da Mobigame afirma estar em melhor posição financeira para contestar o pleito e convoca a imprensa a acompanhar o processo. A diretoria diz que divulgará documentos, metadados e registros de vendas para embasar a defesa.
David Papazian, CEO da Mobigame, sustenta que o caso atual não é uma disputa isolada. Afirmou que a empresa não aceitará a questão como uma disputa privada, buscando transparência e resolução pública para evitar que episódios semelhantes ocorram no setor.
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