- Paul Edwards, de Chester, encomendou a revista Mother & Baby em 2007, mas só a recebeu 19 anos depois, nesta semana, quando seus filhos já estavam na universidade.
- A edição chegou à sua caixa de correio com uma mensagem de desculpas da Royal Mail.
- Edwards divulgou o caso nas redes sociais, que rapidamente viralizou, com cerca de 1,5 milhão de visualizações.
- A Royal Mail disse que checa diariamente as operações e acredita que a revista tenha sido recolocada no sistema postal por alguém, não perdida internamente.
- Ofcom abriu investigação sobre a Royal Mail por atrasos recorrentes na entrega de correspondência de primeira classe; a empresa já foi multada em £ 37 milhões desde 2023 e planeja melhorias com investimento de £ 500 milhões ao longo de cinco anos.
A entrega atrasada de uma revista de parentalidade surpreendeu Paul Edwards, de Chester, quase duas décadas depois. O assinante pediu a publicação em 2007, quando a filha tinha 18 meses, esperando orientação e ofertas.
A cópia da Mother & Baby chegou nesta sexta-feira, 19 anos depois, com uma carta de desculpas da Royal Mail. O envio apareceu na caixa de correio dos Edwards, que hoje têm os filhos na universidade.
Edwards, agora com 52 anos e escritor de ficção, comentou que a demora é inesperada e que muitos assinantes recorrem a serviços para facilitar a vida de pais recentes. Ele registrou o caso em redes sociais, gerando repercussão.
A Royal Mail informou que verifica diariamente suas oficinas de entrega e rádios de triagem, sugerindo que a revista pode ter sido reinserida no sistema pelos correios, em vez de ter sido extraviada internamente.
Desempenho e investigação regulatória
Ofcom abriu uma investigação sobre a Royal Mail por repetidos atrasos nas entregas de primeira classe. Em relatório recente, 24,3% do correspondência de primeira classe atrasou até o fim de março, contra 23,5% no ano anterior.
A Royal Mail especializada em entregas admitiu dificuldades e disse que está em um forte programa de mudanças. A empresa ressaltou um investimento de 500 milhões de libras ao longo de cinco anos para melhorar o serviço.
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