- Mutirão do SUS neste fim de semana reúne 188 hospitais, incluindo Santas Casas, Ebserh e institutos federais, para ampliar o acesso e reduzir filas.
- Serão 61,6 mil procedimentos no total, com 11,5 mil cirurgias eletivas agendadas em todo o país.
- A iniciativa é do programa Agora Tem Especialistas, com participação de Santas Casas, hospitais filantrópicos, Ebserh e hospitais federais.
- Entre as operações previstas estão bariátrica por videolaparoscopia, colecistostomia, plástica abdominal, hernioplastias e vasectomia; também haverá ultrassonografias, tomografias, endoscopias e ressonâncias.
- O objetivo é reduzir o tempo de espera em gastroenterologia, urologia, ortopedia, cardiologia e outras especialidades, com mutirões marcados para sábado e domingo.
O Ministério da Saúde organiza o maior mutirão da história do SUS neste fim de semana. Serão 61,6 mil procedimentos e 11,5 mil cirurgias, realizados em 188 hospitais de todo o país. A mobilização envolve Santas Casas, hospitais filantrópicos, Ebserh e instituições federais.
A iniciativa é parte do programa Agora Tem Especialistas e tem como alvo reduzir filas e o tempo de espera por atendimentos especializados. Além de cirurgias, haverá consultas e exames como ultrassonografias, tomografias e ressonâncias.
Mais de 134 Santas Casas de Misericórdia e hospitais filantrópicos participarão de mais de 9 mil cirurgias, com atuação em estados como Alagoas, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, entre outros. Também integram o mutirão unidades federais e Ebserh.
Alcance do mutirão
Entre as ações, destacam-se cirurgias como bariátrica por videolaparoscopia, colecistostomia, plástica abdominal e vasectomia. Do total, 2,2 mil cirurgias ficam a cargo da Ebserh, que envolve 45 hospitais universitários.
A Ebserh destaca que o Dia E, Ebserh em Ação, também compõe a mobilização, com 9,2 mil consultas e 40,7 mil exames. A rede reúne hospitais federais e institutos vinculados ao Ministério da Saúde.
Objetivo e participação
O mutirão busca desafogar a demanda reprimida e ampliar o acesso à atenção especializada. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, enfatiza que é um esforço nacional conjunto, envolvendo diversas redes e instituições sob a coordenação do governo.
A iniciativa soma esforços de hospitais universitários, Santas Casas e instituições privadas que atendem pelo programa Agora Tem Especialistas. O objetivo é fortalecer a capacidade do SUS de reduzir filas e melhorar a resolutividade.
Entre na conversa da comunidade