- A seleção brasileira teve a agenda alterada nesta quarta-feira, 17, em Nova Jersey, por causa de um teste antidoping surpresa da Fifa.
- A coleta ocorreu no hotel onde a delegação está hospedada e atrasou em cerca de doze minutos a entrevista coletiva do lateral-direito Danilo.
- Os testes fazem parte dos procedimentos da Copa do Mundo, com oficiais de controle de dopagem designados pela Fifa em cada cidade-sede.
- A fiscalização pode ocorrer a qualquer momento e envolve coleta de sangue e urina, sempre acompanhada pelo atleta durante o processo.
- Caso haja irregularidade, há abertura de amostra B e direito à defesa; o procedimento segue as diretrizes da Fifa em conjunto com a Agência Mundial Antidoping (WADA).
A programação da Seleção Brasileira sofreu uma alteração nesta quarta-feira (17) devido a um teste antidoping surpresa da FIFA. A ação ocorreu no hotel onde a delegação está hospedada, em Nova Jersey, e provocou atraso na entrevista coletiva do lateral-direito Danilo.
A coleta de amostras foi realizada sem aviso prévio, mas faz parte do protocolo adotado pela FIFA durante a Copa do Mundo. Oficial de controle de dopagem designado para a cidade conduziu o procedimento, acompanhado pelo atleta.
Os testes podem ocorrer a qualquer momento da competição. Fora dos jogos, agentes credenciados visitam hotéis e centros de treinamento para recolha de amostras. Após as partidas, os jogadores podem ser selecionados por sorteio ou indicação.
O processo é realizado em parceria entre FIFA e a Agência Mundial Antidoping (WADA). Durante a coleta, o atleta participa de todas as etapas, com lacre dos recipientes mantido até a análise.
Caso haja irregularidade, o jogador tem direito à abertura da amostra B e pode apresentar defesa antes de qualquer punição esportiva ser definida. O protocolo visa garantir a integridade da competição.
Apesar do impacto na agenda, o procedimento é considerado normal na rotina de uma Copa do Mundo e integra as medidas para assegurar a lisura do torneio.
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