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Chwalinksa aprendeu a estudar rivais desde cedo, segundo relatório

Finalista de um Grand Slam pela primeira vez, Maja Chwalinska afirma que estudar adversárias molda a leitura de jogo antes da final contra Mirra Andreeva

Maja Chwalinska (Foto: Julien Crosnier/FFT)
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  • Maja Chwalinska, 24 anos, chegou à final de Roland Garros pela primeira vez, após vencer Diana Shnaider vindo do quali por 7/6 (7-4) e 6/4, mantendo nona vitória consecutiva em Paris.
  • A polonesa diz ser fanática por tênis e que estudar as adversárias ajuda a entender o jogo; cresceu assistindo partidas desde jovem.
  • Em referências, teve Roger Federer como ídolo inicial, depois passou a acompanhar Rafael Nadal e Novak Djokovic.
  • Chwalinska soma nove vitórias seguidas em Paris na campanha, tendo perdido apenas um set ao longo do torneio.
  • Na final, enfrenta Mirra Andreeva, número oito do mundo; a atleta admite estar aproveitando o momento e pretende dar o melhor na decisão.

Maja Chwalinska, 24 anos, avançou à final do Roland Garros ao vencer a russa Diana Shnaider após sair do quali. A polonesa conquistou a nona vitória consecutiva em Paris, perdendo apenas um set na campanha. O feito ocorreu em Paris, França, em solo francês, com o objetivo de alcançar seu primeiro Grand Slam na carreira.

A atleta polonesa se destaca pela paixão pelo tênis e pelo hábito de estudar as adversárias para entender o jogo. Ela cresceu assistindo a partidas e diz que essa prática ajuda a leitura da quadra. Chwalinska admira ídolos na geração de Federer, Nadal e Djokovic.

Além do raciocínio tático, a decisão tem sido marcada pela relação com a equipe e pela forma de lidar com a pressão. A jogadora costuma manter a compostura em quadra, apesar de admitir que a emoção de uma semifinal de Grand Slam é grande.

Superstição da equipe

A boa fase vem acompanhada de hábitos curiosos fora das quadras. A equipe mantém um ritual diário com pizza, prática não patrocinada pela organização. A atleta ainda revela não ser supersticiosa, mas afirma que o grupo segue esse costume durante o torneio.

Chwalinska encara agora a final contra a russa Mirra Andreeva, atual número 8 do mundo. A polonesa já teve a oportunidade de observar o jogo da adversária e reconhece o desafio. A expectativa é de usar a experiência acumulada para a decisão.

A final está marcada para o próximo sábado. A tenista polonesa pretende aproveitar o momento, descansar e confirmar o bom momento antes de enfrentar Andreeva. O foco permanece em jogar de forma consistente e neutralizar as ações da rival.

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