- João Fonseca alcançou o melhor resultado entre os homens desde Gustavo Kuerten, em 2004, em pleno Grand Slam, sinalizando uma geração promissora do tênis brasileiro.
- Guto Miguel é o principal favorito entre os homens, com a ausência do atual número um do ranking, e Leo Storck avança surpreendendo ao derrubar cabeças de chave em sequência.
- Victoria Barros aparece como terceira favorita na chave feminina e pode se tornar a primeira menina brasileira a chegar a uma decisão juvenil de qualquer Slam, quebrando tabu de 39 anos.
- Originários de estados não tradicionais no tênis, Guto (Goiás), Storck (Mato Grosso) e Victoria (Rio Grande do Norte) ilustram a busca por talentos em diferentes regiões do país.
- Luísa Stefani pode se tornar a primeira brasileira numa final de duplas femininas em Paris desde Maria Esther Bueno (1961); na mesma linha, Mirra Andreeva e Maja Chwalinska disputam a decisão feminina, com destaque para a trajetória surpreendente de Chwalinska.
O tênis brasileiro teve atuação destacada neste Grand Slam, com jovens talentos emergindo para consolidar a promessa de uma nova geração. João Fonseca abriu caminho ao apresentar o melhor resultado entre os homens desde Gustavo Kuerten, em 2004, sinalizando avanço histórico.
Guto Miguel desponta como favorito, mesmo com a ausência do atual número 1 do ranking, enquanto Leo Storck surpreende ao eliminar três cabeças de chave seguidas. A evolução de ambos alimenta a expectativa de um finalista, algo que apenas ocorreu com Edison Mandarino, Thomaz Koch e Luís Felipe Tavares em períodos anteriores.
Victoria Barros entra como terceira favorita e tem superado dificuldades na campanha. Ela quebra um tabu de 39 anos, repetindo feito de Andrea Vieira em 1987 e busca tornar-se a primeira menina brasileira a chegar a uma decisão juvenil de qualquer Slam.
A favorita e a surpresa
Guto é goiano, Storck nasceu no Mato Grosso e Victoria surgiu no Rio Grande do Norte, indicando potencial espalhado pelo país. O retrato mostra que há talentos por todo o Brasil, demandando trabalho organizado para ampliar oportunidades, como ocorreu com Naná Silva.
Luísa Stefani representa outra frente de inovação. Nesta sexta, pode tornar-se a primeira brasileira em uma final de duplas femininas em Paris desde Maria Esther Bueno, em 1961. Ela é acompanhada pela história de outras brasileiras que alcançaram fases relevantes em outros Slams.
E mais
Alexander Zverev enfrenta Jakub Mensik, em confronto com favoritismo relativo, sem previsão de chuva. O alemão tem apenas um set perdido; o tcheco enfrentou desgaste maior ao chegar a 20 disputas. As casas de aposta indicam 70% de favoritismo ao finalista de 2024.
Amigos de treino, Flavio Cobolli e Matteo Arnaldi discutem quem representará a Itália em busca de repetir feitos de Panatta. O jogo começa a partir das 14h, com favoritismo por três para um a favor de Arnaldi em determinados cenários.
A Itália já soma o primeiro troféu desta edição, com a dupla Sara Errani e Andrea Vavassori, mantendo o domínio no circuito. Serena Williams participou de treino de dupla em Queen’s, marcando retorno aos trabalhos com Victoria Mboko.
Entre na conversa da comunidade