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Convocação da Seleção: laterais não mantêm os talentos de antes

Ancelotti recorre a veteranos e zagueiros improvisados na lateral esquerda, sinalizando falta de renovação e impacto na preparação para a Copa do Mundo

Ibañez, zagueiro improvisado na lateral-direita, domina a bola em amistoso entre Brasil e Croácia (Foto: Weziopress / Thenews2 / Folhapress)
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  • Na convocação da seleção para a Copa do Mundo, Ancelotti usa laterais veteranos, jovens em ascensão e até zagueiros improvisados, sem opções clearly destacadas.
  • Alex Sandro, 35 anos, é a opção mais estável na esquerda; Douglas Santos, 32, surge como provável titular; Caio Henrique, Carlos Augusto, Luciano Juba e Kaiki Bruno completam a lista de chamados.
  • Não há titular esquerdo em grandes clubes europeus, different de fases anteriores com Alex Sandro, Marcelo e Filipe Luís.
  • A ideia de improvisar inclui também zagueiros que atuam pela lateral, como Wesley, Vitinho, Vanderson, Paulo Henrique, Éder Militão, Danilo e Ibañez.
  • Cafu afirma não ver crise nas laterais, destacando que o Brasil tem alternativas confiáveis e um técnico inteligente.

No dia do anúncio da convocação da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo, a posição de lateral esquerdo não inspira confiança no comando de Carlo Ancelotti. O treinador recorre a veteranos, jogadores em ascensão e até zagueiros improvisados, sem um titular claro.

Entre os nomes citados, Alex Sandro surge como opção experiente, mas com 35 anos e momento instável no Flamengo. Douglas Santos, do Zenit, aparece como provável titular na faixa de 32 anos, retornando ao radar da Seleção após passagem pelo Atlético-MG.

Além deles, já foram chamados Caio Henrique, Carlos Augusto, Luciano Juba e Kaiki Bruno desde a chegada de Ancelotti. No entanto, nenhum domina atualmente um posto em grandes clubes europeus, e muitos atuam no Brasil sem grande teste no nível mais alto.

O panorama atual

A ausência de opções consagradas na esquerda evidencia a falta de renovação. O Brasil não tem, hoje, laterais-esquerdos titulares em clubes de ponta da Europa, diferindo de etapas anteriores com Alex Sandro, Marcelo e Filipe Luís.

O técnico pode recorrer a alternativas que já revelaram versatilidade, como zagueiros improvisados. Em outras seleções, improvisos semelhantes foram usados com resultados variados, o que mantém abertas as possibilidades para a escolha final.

Nomes em aberto

A seguir, lista de laterais-esquerdos chamados na Era Ancelotti, com clubes, idade e convocações:

  • Caio Henrique, Mônaco, 28, 3 convocações
  • Carlos Augusto, Inter de Milão, 27, 2 convocações
  • Alex Sandro, Flamengo, 35, 4 convocações
  • Douglas Santos, Zenit, 32, 3 convocações
  • Luciano Juba, Bahia, 26, 1 convocaçao
  • Kaiki Bruno, Cruzeiro, 23, 1 convocaçao
  • Vanderson, Mônaco, 24, 3 convocações
  • Paulo Henrique, Vasco, 29, 2 convocações
  • Éder Militão, Real Madrid, 28, 3 convocações
  • Danilo, Flamengo, 34, 2 convocações
  • Ibañez, Al-Ahli, 27, 1 convocaçao

Observações estratégicas

A urgência de improviso reflete o momento de renovação do setor. Em paralelo, clubes europeus costumam manter opções mais consistentes para a lateral esquerda, o que eleva a margem de decisão neste ciclo. A seleção pode apostar em uma configuração adicional de defesa para equilibrar o ataque.

A convocação recente mostra ainda que o Brasil busca equilíbrio entre segurança defensiva e poder ofensivo na ponta esquerda, sem sacrificar a solidez da linha defensiva. A definição sobre o titular deve se consolidar nos próximos treinamentos e jogos preparatórios.

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