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Gattuso deixa comando da Itália após eliminação da Copa do Mundo

Após derrota para a Bósnia, Gennaro Gattuso deixa a Itália em comum acordo; ausência de Copas soma-se a um hiato de 16 anos até 2030

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  • A Federação Italiana de Futebol anunciou a rescisão em comum acordo de Gennaro Gattuso, após a derrota para a Bósnia, que tirou a Itália da Copa do Mundo.
  • A eliminação representa a terceira ausência seguida da Itália em Copas do Mundo, completando 16 anos sem o torneio em 2030.
  • A FIGC agradeceu a Gattuso pelo profissionalismo e dedicação, mas o clima foi de melancolia; o técnico mencionou estar com o coração pesado ao reconhecer o fim de seu ciclo.
  • Gianluigi Buffon e o ex-presidente Gravina também deixaram seus cargos, e a federação busca uma reformulação rápida para a Nations League, em setembro.
  • Pep Guardiola aparece como favorito para conduzir o novo projeto, com Massimiliano Allegri e Antonio Conte entre os nomes cotados.

A Federação Italiana de Futebol (FIGC) anunciou nesta sexta-feira, 3, a rescisão de contrato de Gennaro Gattuso em comum acordo. O desligamento ocorre poucos dias após a derrota para a Bósnia, que selou a ausência da Itália em sua terceira Copa do Mundo consecutiva.

A queda nas eliminatórias fez o país enfrentar um hiato de 16 anos sem a competição, que chegará a esse patamar em 2030. A FIGC destacou o profissionalismo e a dedicação da equipe de Gattuso nos últimos nove meses, em nota oficial.

Gattuso afirmou, com tom de melancolia, que o tempo dele no comando havia chegado ao fim. O treinador ressaltou que a camisa da Azzurra é o bem mais precioso do futebol e que era justo facilitar avaliações técnicas futuras, agradecendo aos dirigentes que deixaram o cargo junto com ele.

Apesar do desligamento, a FIGC ressaltou que Gattuso trouxe entusiasmo ao curto prazo e justificou a saída pelo peso da eliminação. A federação já mira a reformulação para a UEFA Nations League, que começa em setembro.

Contexto e próximos passos

A busca por um novo comando ocorre em meio à necessidade de reconstrução técnica e de identidade da seleção. A Itália trabalha para definir um projeto de longo prazo que sustente o desempenho em competições futuras.

A imprensa especula sobre nomes cotados para liderar a reformulação, entre eles Pep Guardiola. Embora o treinador espanhol tenha contrato com o Manchester City até 2027, a federação italiana avalia propostas disruptivas para o projeto.

Outros nomes mencionados incluem Massimiliano Allegri, do Milan, e Antonio Conte, do Napoli. A ideia é encontrar um perfil capaz de reequilibrar o grupo e implementar uma linha de jogo dominante para as eliminatórias e torneios subsequentes.

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