- Aryna Sabalenka diz que tenistas podem boicotar Roland Garros se a premiação não melhorar, sugerindo medida mais drástica caso não haja mudanças.
- Gabriela Gauff, Elena Rybakina e Jasmine Paolini estariam dispostas a protestar, visando uma fatia maior das receitas dos torneios.
- Em 2025, Roland Garros teve premiação total de 61,7 milhões de euros; a fatia para jogadores caiu de 15,5% em 2024 para 14,9% em 2026, mesmo com aumento de receitas.
- Além do dinheiro, atletas pedem melhores condições estruturais, participação nas decisões, saúde e planos de aposentadoria.
- Conteúdo contextual: outros Grand Slams tiveram aumentos maiores nas premiações ( Australian Open, US Open ); o torneio francês começa no fim de maio.
Aryna Sabalenka afirma que tenistas podem boicotar Roland Garros caso as premiações não atendam às expectativas. A líder do ranking disse isso durante o WTA 1000 de Roma, em Itália, comentando que há espaço para protesto organizado.
Ela citou nomes como Coco Gauff, Elena Rybakina e Jasmine Paolini, entre outros, indicando que muitos estariam dispostos a agir. A ideia é buscar maior fatia das receitas dos grandes torneios.
Segundo Sabalenka, sem os atletas não haveria jogo nem entretenimento, e a participação pode seguir por meio de medidas mais drásticas, caso não haja melhoria financeira suficiente.
Gauff, campeã em Paris, defendeu união entre atletas e a possibilidade de ações coletivas, sem confirmar planos de paralisação no momento. Rybakina disse que apoiaria a decisão da maioria.
Paolini ressaltou que mudanças devem beneficiar homens e mulheres, citando avanços da WTA e da ATP como referência. Swiatek pediu cautela e disse que o tema merece negociação prévia com as entidades.
A insatisfação ocorre mesmo com aumento de cerca de 10% na premiação total do Roland Garros, que atingiu 61,7 milhões de euros. O grupo afirma que a fatia aos jogadores continua caindo.
Para 2026, a projeção aponta receitas acima de 400 milhões de euros, mas a participação dos atletas deve permanecer abaixo de 15%, ante 22% reivindicados. Outros Grand Slams tiveram maiores aumentos.
A organização de Roland Garros não emitiu comentário sobre o assunto. Enquanto isso, Australian Open e US Open já anunciaram subidas de 16% e 20%, respectivamente, em premiação. Roland Garros começa no fim de maio.
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