- Em Juriti, Pará, a Rede Amazônia +Conectada, via Grupo +Unidos, ofereceu formações digitais a mais de 2.700 pessoas, com foco em informática, agricultura familiar e gestão de negócios.
- Os treinamentos visam qualificação para acesso a ensino superior e a empregos em concursos públicos, reduzindo desigualdades de conectividade.
- Jovens e moradores ganharam acesso a notebooks e roteadores, facilitando o acompanhamento de cursos online e o crescimento de empreendimentos nas redes sociais; exemplos incluem Josiel Melo da Silva, 20 anos, e Adriane Barbosa dos Anjos, 37.
- Comunidades como Santa Helena passaram a receber equipamentos para formação digital, impulsionando a participação local em atividades educacionais e profissionais.
- A notícia também destaca o desafio da conectividade rural no Brasil (cerca de 20% dos domicílios sem internet, segundo TIC Domicílios 2025) e menciona iniciativas de letramento digital, como o programa Letramento Digital e Inteligência Artificial via WhatsApp da SoulCode.
A inclusão digital em comunidades rurais da Amazônia tem aberto oportunidades de renda, estudo e empregabilidade. Em Juriti, Pará, a iniciativa promoveu formação em informática, agricultura familiar e gestão de negócios. Mais de 2.700 pessoas foram atendidas pelo Grupo +Unidos e pela Rede Amazônia +Conectada.
Os cursos buscam reduzir a lacuna de conectividade e qualificação, ampliando o acesso a ensino superior e a concursos públicos. Acesso a notebooks e roteadores facilita acompanhar cursos online e desenvolver empreendimentos nas redes sociais.
Josiel Melo da Silva, 20 anos, morador da comunidade Café Torrado, participou em 2023 e, com a formação, foi aprovado para ingressar no ensino superior. Adriane Barbosa dos Anjos, 37, da São Pedro, também passou em concurso público para secretária escolar.
Daniel Grynberg, diretor do Grupo +Unidos, afirma que a combinação entre conexão e formação transforma a posição das pessoas no mundo. Em Juruti, o impacto fica claro por meio de histórias de jovens e adultos.
Panorama da inclusão digital
Em Santa Helena, na mesma região, moradores receberam equipamentos para formação digital. A iniciativa integra a estratégia de ampliar oportunidades em comunidades com acesso restrito à internet.
Segundo levantamento TIC Domicílios, em 2025 quase um quinto dos domicílios rurais ainda não tinha internet. A exclusão digital se agrava com o avanço da inteligência artificial e a necessidade de distinguir conteúdos gerados por humanos e máquinas.
Ações do terceiro setor avançam com metodologias de letramento digital para reduzir desigualdades. A SoulCode desenvolveu o programa Letramento Digital e Inteligência Artificial via WhatsApp, buscando inclusão com personalização de conteúdo.
A proposta da SoulCode envolve jornadas de aprendizagem adaptadas, uso de gamificação e apoio contínuo, voltados a jovens, profissionais em transição, comunidades vulnerabilizadas e pessoas idosas. O objetivo é ampliar o alcance educacional.
Impacto e perspectivas
Oficinas digitais em Juriti demonstram potencial de transformar trajetórias profissionais e acadêmicas. A iniciativa enfatiza que educação precisa estar onde as pessoas já estão, aproveitando plataformas comuns para ampliar o aprendizado.
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