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Publicação discute educação integral e território

MEC lança obra sobre educação integral e intersetorialidade para ampliar articulação entre escolas, universidades e redes territoriais

Foto: Divulgação/MEC
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  • O Ministério da Educação lançou a obra Pensar a Educação Integral desde a Perspectiva da Intersetorialidade na quarta-feira, 17 de junho, durante a 3ª Reunião Técnica da Cátedra Unesco – Cidade que Educa e Transforma.
  • O objetivo do material é fomentar a articulação entre universidades, sistemas de ensino, órgãos governamentais e redes territoriais para ampliar a educação em tempo integral no Brasil.
  • Aline Zero, coordenadora-geral de Educação Integral em Tempo Integral do MEC, destacou a necessidade de mapear equipamentos públicos do território e manter agendas entre educação, saúde e assistência social.
  • A publicação defende que educação integral envolve políticas públicas integradas, não apenas ampliar a jornada escolar, abordando temas como territórios educativos, educação infantil, educação ambiental e participação social.
  • A obra reúne pesquisadores, gestores e educadores de várias regiões e resulta de cooperação entre o MEC, a Universidade Federal da Fronteira Sul (Uffs), a Cátedra UNESCO e outras instituições parceiras; o evento contou com debates entre especialistas de governo, entidades educativas e academia.

O Ministério da Educação (MEC) lançou, na quarta-feira, 17 de junho, a obra Pensar a Educação Integral desde a Perspectiva da Intersetorialidade: sujeitos, saberes e territórios. O material integra as ações do Escola em Tempo Integral e busca estimular a articulação entre universidades, sistemas de ensino, órgãos governamentais e redes territoriais para ampliar a oferta da modalidade no país. O lançamento ocorreu durante a 3ª Reunião Técnica da Cátedra UNESCO – Cidade que Educa e Transforma.

A coordenadora-geral de Educação Integral em Tempo Integral do MEC, Aline Zero, afirma a necessidade de mapear equipamentos públicos do território e manter agendas entre educação, saúde e assistência social. A ideia é tornar efetiva a intersetorialidade na prática escolar e ampliar impactos da educação em tempo integral.

A publicação parte de uma visão ampla da educação integral, que vai além da ampliação da jornada escolar. Aborda territórios educativos, educação infantil, educação popular, ambiental, participação social e questões indígenas, buscando qualificar o debate nacional sobre políticas públicas integradas.

Conteúdo e objetivos

O livro reúne pesquisadores, gestores e educadores de diferentes regiões, apresentando reflexões, estudos e experiências sobre políticas públicas integradas. O material é resultado da cooperação entre o MEC, a Universidade Federal da Fronteira Sul (Uffs), a Cátedra UNESCO – Cidade que Educa e Transforma, além de outras instituições parceiras.

Especialistas de diferentes áreas do governo federal participaram de um debate sobre a integração de educação, cultura, ciência, tecnologia, assistência social e outras políticas públicas que promovem a formação integral dos estudantes. A programação do evento incluiu mesas temáticas e discussões ao longo do dia.

O público-alvo inclui gestores estaduais, municipais e distritais de educação; integrantes da Renapeti, Undime e Consed; pesquisadores, docentes universitários, profissionais da educação, estudantes e organizações da sociedade civil. A divulgação é realizada pela Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB).

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