- O MEC, por meio da Sesu, participou do InterPET da Unifei, realizado no sábado, 13 de junho, com participação de estudantes, tutores e grupos PET.
- O PET foi destacado como política pública estratégica para a formação integral, o fortalecimento da universidade pública e a integração entre ensino, pesquisa e extensão.
- Grupos do PET da Unifei apresentaram experiências de diferentes áreas, e houve abertura de canal de diálogo entre MEC, comunidade acadêmica, bolsistas e a gestão da universidade.
- O coordenador da Sesu, Artur Antônio dos Santos Araújo, afirmou que o PET é uma política de formação e produção de conhecimento, não apenas uma bolsa, fortalecendo lideranças e a atuação da universidade pública.
- A participação do MEC no InterPET faz parte de ações para ampliar o diálogo e aperfeiçoar a gestão do PET; a Unifei possui 11 grupos PET, 123 estudantes e 11 professores tutores, com bolsas de 700 reais para estudantes, 2,1 mil para tutores com mestrado e 3,1 mil para doutorado.
O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Superior (Sesu), participou do InterPET na Universidade Federal de Itajubá (Unifei). O encontro ocorreu no sábado, 13 de junho, em Itajubá, Minas Gerais. Estudantes, tutores e grupos do Programa de Educação Tutorial (PET) apresentaram experiências e discutiram a atuação do PET.
Durante o evento, o PET foi apresentado como política pública estratégica para a formação integral, o ensino, a pesquisa e a extensão. Grupos de diferentes áreas da Unifei mostraram atividades que evidenciam a integração entre ensino, pesquisa e extensão e o protagonismo de alunos e tutores.
Para o coordenador de Políticas Estudantis da Sesu, Artur Antônio dos Santos Araújo, o PET vai além de bolsas: é formação, produção de conhecimento e compromisso social. O MEC vê o programa como fortalecedor da universidade pública e instrumento de aproximação entre estudantes e grandes desafios nacionais.
O MEC destacou a importância de eventos como o InterPET para estimular organização coletiva e visibilidade das práticas desenvolvidas nas federais. A participação integra o esforço de ampliar o diálogo entre a comunidade acadêmica, bolsistas e a gestão universitária, contribuindo para a continuidade do programa.
Unifei e o PET na prática
A Unifei sediou o encontro e mostrou a atuação de seus 11 grupos PET, com foco em áreas como energia, engenharia e gestão, entre outras. A instituição também apresentou o quadro de bolsistas: 123 estudantes e 11 professores tutores vinculados ao PET.
Os valores das bolsas são de R$ 700 para estudantes, R$ 2,1 mil para tutores com mestrado e R$ 3,1 mil para tutores com doutorado. A fim de ampliar a formação, o PET oferece bolsas de iniciação científica para estudantes de graduação e de tutoria para professores tutores.
Contexto do PET
Criado pela Lei nº 11.180/2005 e regulamentado por portarias, o PET atua com a concessão de bolsas para fomentar grupos de aprendizagem tutorial. O programa busca qualificar a formação universitária e consolidar o tripé ensino, pesquisa e extensão nas instituições de educação superior.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Sesu
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