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Acordo entre sindicatos e Educação encerra greves na Catalunha

Acordo entre sindicatos e Educação na Catalunha encerra greve, com aumento de até 400 euros mensais até 2029 e mais de seis mil novas vagas docentes

Decenas de profesores se han concentrado ante las puertas del Departamento de Educación, coincidiendo con la reunión entre sindicatos y Govern.
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  • Após 16 dias e oito reuniões, sindicatos e Secretaria de Educação chegaram a um preacordo sobre salários e condições, com ganho de quatrocentos euros a mais por mês até 2029 e mais de seis mil novas dotações de professores e pessoal educativo.
  • O acordo prevê aumento de cinquenta euros no novo complemento salarial até quatro anos, somando ao aumento do complemento autonômico, o que levaria a quase quatrocentos euros mensais em 2029; com a parte do governo central, o impacto fica mais alto para os níveis escolar.
  • Parte dos sindicatos decidiu permanecer na mesa apenas para cobrar a inclusão de reivindicações específicas, como impedir o fechamento de linhas públicas e acelerar a redução de ratios em ensino fundamental.
  • O preacordo será consultado com o corpo docente; alguns sindicatos já sinalizam pedido de voto negativo, enquanto outros apoiam o acordo.
  • Além de salários, o acordo prevê 5.325 novas dotações a partir de 2027, 1.088 já aprovadas para o próximo ano, pagamento de dívidas de sexenios em cinco anos e a convocação de 2.500 plazas de cátedra de ensino médio em 2017, mais outras 2.500 no ano seguinte.

Tras 16 dias de negociações e oito reuniões, sindicatos e o Departamento de Educação da Catalunha chegaram a um preacordo sobre salários e condições nas escolas. A proposta prevê ganho de até 400 euros mensais para professores em quatro anos, acompanhada de reforço no quadro de pessoal.

O acordo envolve aumento do complemento salarial e novas dotações. A soma inclui um acréscimo de 50 euros por ano até 2029, elevando o complemento de 122 para 172 euros. Com a complementação autonômica, o aumento seria de cerca de 210 euros, alcançando perto de 400 euros mensais no total.

Durante a jornada de negociação, houve avanços e recuos constantes em reuniões de pequenos grupos. No fim, alguns sindicatos deixaram a mesa por discordâncias sobre medidas como fechamento de linhas públicas e redução de ratios em educação infantil.

O preacordo será submetido à consulta entre o corpo docente, para após a assinatura definitiva. Embora a CGT tenha sinalizado voto negativo, a maioria dos sindicatos pretende manter o processo de avaliação pelos profissionais.

A negociação ocorreu em meio a protestos, com docentes concentrados diante da sede da Educação e, em Montserrat, bloqueios à via de acesso à região. Trabalhadores também apoiaram ações durante a visita de autoridades, sinalizando as reivindicações.

Além dos salários, o acordo prevê ampliar a contratação de pessoas para o ensino. Estão previstas 5.325 novas dotações a partir de 2027, além de 1.088 admissões já aprovadas para o próximo ano letivo. Também se compromete a devolver dívidas de longos períodos.

A proposta também confirma a criação de 2.500 vagas de cátedra no ensino médio para 2017, com mais 2.500 anuais no ano seguinte. Este ponto atende a uma das principais demandas do setor de secundaria.

As negociações mantêm foco na melhoria das condições de ensino e na estabilidade das equipes profissionais, buscando encerrar o ciclo de protestos e retomada gradual das atividades nas escolas.

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