- O MEC disponibilizou o episódio 3 da série “Indicações Geográficas nos Institutos Federais”, com o tema “Vinho do Vale do São Francisco”, em 18 de maio.
- A produção é em parceria com o Instituto Federal Baiano e está disponível no YouTube e no Canal Educação.
- O episódio destaca a vitivinicultura no semiárido nordestino e como o Vale do São Francisco consolidou produção reconhecida nacionalmente, com IP em 2022 para vinhos finos, vinhos nobres, espumantes naturais e moscatel espumante.
- O material mostra a paisagem da região e como ciência e manejo da irrigação possibilitam até duas safras por ano, com participação do Instituto Federal do Sertão Pernambucano.
- A Indicação de Procedência é apresentada como ferramenta para identificar localidades conhecidas pela produção, reforçando o papel dos institutos federais no desenvolvimento regional.
O Ministério da Educação (MEC) disponibilizou nesta segunda-feira, 18 de maio, o episódio 3 da série Indicações Geográficas nos Institutos Federais, com o tema Vinho do Vale do São Francisco. A produção é parceria com o Instituto Federal Baiano (IF Baiano). O filme está no YouTube do MEC e no Canal Educação.
O episódio explora a vitivinicultura no semiárido nordestino, mostrando como o Vale do São Francisco reuniu clima, conhecimento técnico e inovação para consolidar uma produção reconhecida nacionalmente. Em 2022, o Vale alcançou o registro de Indicação de Procedência (IP) para vinhos finos, vinhos nobres, espumantes naturais e moscatel espumante.
A visão apresentada destaca a paisagem que torna a produção viável, com rio, caatinga e vinhedos sob sol intenso. O manejo da irrigação e o cultivo de uvas permitem até duas safras por ano, sustentando o desenvolvimento da vitivinicultura local.
Ao longo do material, o foco recai sobre a atuação do Instituto Federal do Sertão Pernambucano (IFSertãoPE) na trajetória do Vale do São Francisco. A produção reforça o papel da instituição no fortalecimento da Indicação de Procedência na região.
A série audiovisual, com cinco episódios, retrata como projetos dos institutos federais ajudam a transformar territórios, promover identidades locais e estimular desenvolvimento socioeconômico. O primeiro episódio destacou o Polvilho do Cará, no IF Goiano.
O segundo episódio mostrou a atuação do Campus Urupema, do IFSC, na Denominação de Origem da maçã Fuji cultivada na serra catarinense. A produção completa ainda casos de cafés especiais e de louças regionais em outras regiões.
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