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Apicultura ajuda a clarear a mente e melhorar o bem‑estar

A apicultura ajuda Jenson, 17 anos, a manter o foco e retornar aos estudos, após enfrentar ansiedade e depressão

Jenson, 17, looks after two hives in Minsterley, having taken up beekeeping during the four years he was away from mainstream schooling
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  • Jenson, 17 anos, cuida de duas colmeias em Minsterley e voltou a estudar após ter ficado quatro anos fora do ensino regular.
  • Os pais atribuem à apicultura a recuperação dele, que enfrentou ansiedade e depressão após a pandemia.
  • Ele começou a fazer voluntariado na Shropshire Beekeepers’ Association durante esse período e acabou se encantando pela atividade.
  • As abelhas ficam na casa dos avós dele, em Minsterley, e a família o apoia, ajudando nas inspeções das colmeias.
  • Na Newport Girls’ High School Academy, há um clube extracurricular de apicultura, com cerca de oito alunos, que também destacam benefícios como calma e conexão com o ambiente.

Seja na prática de apicultura ou na sala de aula, beekeeping aparece como ferramenta de recuperação emocional e foco para jovens na região de Shropshire. Jenson, 17 anos, cuida de duas colmeias em Minsterley, após descobrir o hobby durante o período em que ficou afastado da educação regular. O pai e a mãe relatam que o cultivo das abelhas ajudou o filho a retomar os estudos.

Durante a pandemia, Jenson enfrentou ansiedade e depressão, o que levou ao homeschooling no oitavo ano. A mãe, Donna, afirma que tirá-lo da escola foi uma decisão necessária e que a família precisou respeitar o tempo dele para se reerguer. O envolvimento com a apicultura começou com trabalho voluntário na Shropshire Beekeepers’ Association, o que acabou consolidando o interesse pelo hobby.

Agora, com duas colmeias sob cuidado em casa dos avós, Jenson mantém uma rotina focada no manejo das abelhas. A família é solidária, com a mãe e a avó participando de atividades, como os check-ups das colmeias. O jovem diz que essa prática ajuda a manter a mente clara e a reduzir preocupações cotidianas, além de proporcionar uma sensação de crescimento pessoal.

Jovens na região e a aposta escolar

Na Newport Girls’ High School Academy, também em Shropshire, a apicultura ganhou espaço em clube extracurricular conduzido pela professora de química, Justin Wade. O grupo costuma receber oito estudantes que cuidam do apiário da escola e exploram aspectos da vida das abelhas.

Evelyn, 16 anos, ingressou há três anos e revela que não pensaria em manter abelhas sem a iniciativa escolar. Ela destaca que a atividade oferece um ambiente calmo e a chance de estar ao ar livre, além de considerar a possibilidade de continuar com a apicultura no futuro. A aluna também comenta que questões universitárias já incluem a presença de abelhas como critério para escolha de campus.

Elizabeth, de 13 anos, entrou no clube ao chegar à escola no sétimo ano e já participou de avaliações de apicultura. Com abelhas familiares em Knightley, a estudante diz que o envolvimento extrapola a prática: já houve momentos de confecção de velas e estudo de polinização. Ela afirma achar as abelhas criaturas fascinantes pela organização da colmeia e pelo funcionamento do ecossistema.

Melissa, outra aluna envolvida, aponta que é positivo ver jovens interessados no tema, ressaltando a dificuldade de encontrar pares da mesma idade que compartilham esse interesse. A iniciativa escolar demonstra, assim, como a apicultura tem potencial educativo e terapêutico para jovens na região.

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