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Revisão diz não houve antisemitismo na escola de Bristol que adiou visita de MP

Inquérito independente conclui que o adiamento da visita do deputado Damien Egan à Bristol Brunel Academy foi por salvaguarda, sem evidência de antisemitismo

Damien Egan smiling and wearing a Labour rosette
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  • Inquérito independente concluiu que não houve antisemitismo nem influência de lobos lobbistas no caso da visita do deputado Damien Egan à Bristol Brunel Academy.
  • A visita, originalmente marcada para setembro, foi adiada por motivos de proteção, após a escola tomar conhecimento de um protesto público planejado.
  • A The inquiry recomendou melhorias nos procedimentos de visitas políticas, incluindo alinhamento com protocolos parlamentares e maior cooperação entre escolas, polícia e autoridades.
  • A Ofsted também identificou, em inspeção rápida, que não havia visão partidária na escola, e o inquérito destacou que a direção pode ter exagerado informações em checagens de redes sociais.
  • O Departamento de Educação afirmou que, embora não haja sinais de cultura antissemita na instituição, é necessário agir nacionalmente para prevenir hate, e destacou que está promovendo uma revisão para fortalecer respostas a antisemitismo e outras formas de ódio.

Damien Egan, deputado do Labour pelo Bristol North East, teve uma visita prevista à Bristol Brunel Academy cancelada no ano passado. A justificativa oficial foi de salvaguarda, após saber-se de um protesto público em preparação. A escola pretendia discutir democracia e trabalho parlamentar com estudantes.

A decisão foi tomada pela direção da escola, com a participação do Cabot Learning Federation, mantenedora da BBA. A falta de confirmação sobre o protesto gerou dúvidas entre familiares, alunos e docentes, mas a avaliação concluiu que o risco para alunos e visitantes era a preocupação central.

Avaliação independente

Joan McVittie, ex-diretora que conduziu a apuração, afirmou que não houve indícios de antissemitismo ou influência de grupos de lobby. O relatório aponta que a decisão de 5 de setembro se baseou apenas em salvaguarda.

A revisão também observou que a BBA não seguiu integralmente o protocolo de visitas, já que Egan já havia visitado outras escolas do mesmo grupo sem incidentes. Recomendações incluem treinamento adicional sobre antissemitismo e maior coordenação entre escolas, polícia, autoridades locais e o DfE.

Outra data de visita, em dezembro, foi adiada para confirmar medidas de segurança. Egan realizou a visita finalmente em 5 de fevereiro, após as salvaguardas serem consideradas adequadas.

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