- MEC abriu inscrições para o Observatório de Equidade Educacional, ligado ao Núcleo de Excelência em Tecnologias Sociais da Universidade Federal de Alagoas, para criar o Núcleo Especializado em Pesquisa Custo Amazônico.
- As candidaturas vão até 12 de março e devem atender a pesquisadores com experiência em financiamento, monitoramento e avaliação de políticas públicas e dados da educação básica.
- Vagas: Especialista em Análise de Dados Educacionais; Especialista em Financiamento Educacional; Especialista Territorial em Monitoramento e Avaliação (vaga exclusiva para pretos(as), pardos(as) e indígenas).
- Requisitos: professores, tutores, doutorandos ou pós-doutorandos vinculados a instituições da Amazônia Legal que tenham nascido na região ou residam nela há pelo menos cinco anos.
- A seleção é conduzida pela Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação, em parceria com o NEES/Ufal, com foco em estudos sobre o Custo Amazônico e equidade no financiamento educacional.
O Ministério da Educação abriu as inscrições para o processo seletivo do Observatório de Equidade Educacional, ligado ao Núcleo de Excelência em Tecnologias Sociais da Universidade Federal de Alagoas. A iniciativa cria o Núcleo Especializado em Pesquisa Custo Amazônico, voltado a pesquisadores com experiência em financiamento, monitoramento e avaliação de políticas públicas e dados da educação básica. As candidaturas vão até 12 de março.
A seleção é conduzida pela Secretaria de Educação Básica do MEC em parceria com o NEES/Ufal. O objetivo é reunir especialistas para apoiar estudos técnicos sobre o Custo Amazônico nas políticas educacionais, considerando as particularidades da Amazônia Legal. A proposta busca promover equidade e aperfeiçoar o financiamento educacional.
Vagas e requisitos
São ofertadas três vagas para atuação em análise de dados educacionais, financiamento educacional e monitoramento e avaliação de políticas públicas. A vaga de Especialista Territorial em Monitoramento e Avaliação é exclusiva para pretos, pretas, pardos e indígenas. Podem se candidatar professores, tutores, doutorandos ou pós-doutorandos vinculados a instituições da Amazônia Legal.
Os candidatos precisam ter nascido na região ou residir nela há, no mínimo, cinco anos. As oportunidades destinam-se a pesquisadores com reconhecida experiência em financiamento, monitoramento e avaliação de políticas públicas e análise de dados da educação básica. As informações completas estão disponíveis na página do NEES.
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