- Lula defende educação com perspectiva de gênero na Educação Básica e no Ensino Superior, citando a necessidade de abordar o tema desde a creche até a universidade, durante evento em Salvador.
- O presidente disse que crianças e jovens devem receber a mensagem de que não são donos das mulheres, reforçando a presença desse tema nos currículos.
- Governos federal, Congresso Nacional e Judiciário lançaram campanha contra o feminicídio; em 2025, o Brasil teve o maior número da série histórica, com 1.470 vítimas, cerca de quatro por dia.
- Na semana passada, foi apresentado o Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio, com atuação coordenada entre os três Poderes para prevenir a violência, acelerar medidas protetivas e punir agressores.
- O compromisso inclui ações do Ministério das Mulheres e a publicização das metas no enfrentamento ao feminicídio.
O presidente Lula defendeu a educação com perspectiva de gênero na Educação Básica e no Ensino Superior diante do aumento dos feminicídios no País. A fala ocorreu neste sábado, durante a comemoração dos 46 anos do PT, em Salvador, com a presença do ministro da Educação, Camilo Santana.
Ele afirmou que, desde a creche até a universidade, é preciso dizer aos meninos que não são donos das mulheres, defendendo que a abordagem permaneça nos currículos. A declaração marcou o foco do governo na temática nas redes de ensino.
Na mesma ocasião, o governo federal destacou ações de conscientização contra a violência e a necessidade de engajar homens no enfrentamento do problema. Dados parciais do Ministério da Justiça apontam recorde de feminicídios em 2025, com 1.470 vítimas registradas.
Pacto Nacional contra o Feminicídio
Na quarta-feira, governo, Congresso Nacional e Poder Judiciário lançaram o Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio. A iniciativa prevê atuação coordenada entre os Três Poderes para prevenir a violência contra meninas e mulheres. Etiquetas do acordo incluem maior celeridade em medidas protetivas e punição aos agressores.
O pacto também prevê a publicização de metas e o fortalecimento de ações do Ministério das Mulheres. A proposta busca ampliar a visibilidade das ações e acelerar respostas institucionais para casos de violência.
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