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Débora Garofalo eleita professora mais influente do mundo

Débora Garofalo é reconhecida como professora mais influente do mundo pelo Global Teacher Prize, por projeto de robótica em escola pública na periferia de São Paulo

Professora Débora Garofalo ganha prêmio de professora mais influente do mundo em Dubai. Foto: Débora Garofalo/Arquivo pessoal
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  • Débora Garofalo foi reconhecida pela fundação Varkey como a professora mais influente do mundo, ao receber o prêmio Global Teacher Influencer of the Year em Dubai, na segunda-feira (2).
  • A docente disse à Agência Brasil que está emocionada e honrada, e que representa a educação brasileira.
  • O prêmio foi lançado neste ano para reconhecer professores que usam redes sociais para promover a educação além da sala de aula.
  • A indicação veio de um projeto de robótica com sucata para estudantes da rede pública na periferia de São Paulo, que ensina montagem de motor, circuitos e programação.
  • Em 2019, Garofalo já foi a primeira mulher brasileira e a primeira sul-americana finalista do Global Teacher Prize.

A Varkey Foundation reconheceu a professora brasileira Débora Garofalo como a professora mais influente do mundo. A cerimônia ocorreu na segunda-feira (2), em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, antes da entrega do Global Teacher Prize. Garofalo recebeu o prêmio Global Teacher Influencer of the Year, criado este ano para reconhecer docentes que usam redes e influência para ampliar a educação além da sala de aula.

A docente destacou a emoção do reconhecimento e a representatividade da educação brasileira. Ela disse à Agência Brasil que se sentiu honrada e

apontou a importância de valorizar a educação pública e as iniciativas criativas desenvolvidas com poucos recursos.

Garofalo é a primeira pessoa a receber esse prêmio, voltado para docentes que promovem educação por meio de redes sociais e atuação fora da escola. O reconhecimento reforça a relevância do trabalho da periferia de São Paulo.

Trajeto e projeto vencedor

O prêmio ao mérito internacional tem relação com um projeto de robótica com sucata desenvolvido por Garofalo para estudantes da rede pública na periferia de São Paulo. Crianças de 6 a 14 anos aprendem sobre motor, circuitos e programação para protótipos.

Segundo a professora, o projeto evidencia que talentos brasileiros existem dentro da sala de aula. Ela afirmou que o reconhecimento pode estimular mais investimento, valorização e esperança no potencial transformador da educação.

Em 2019, Garofalo já havia sido a primeira mulher brasileira e primeira sul-americana finalista do Global Teacher Prize, considerado o Nobel da educação.

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