- A diretoria do distrito Salmon River, no norte de Nova York, investiga autoridades após acusações de que crianças com deficiência teriam ficado presas em caixas de madeira usadas como “timeout” em duas escolas.
- Oito funcionários foram alvo do processo: três oficiais afastados, incluindo uma professora, e o superintendente reassumiu funções administrativas; as caixas foram removidas.
- O Departamento de Educação do estado abriu uma investigação sobre o caso, enquanto o governador Kathy Hochul classificou as acusações como altamente perturbadoras.
- Em reunião com a comunidade, pais questionaram se estudantes teriam ficado nas caixas; a região tem maioria de alunos nativos americanos e a comparação com escolas residenciais abusivas foi mencionada por alguns moradores.
- A diretoria pediu desculpas pelos danos causados e afirmou que as circunstâncias não refletem os valores e padrões de cuidado da escola.
O conselho escolar do distrito Salmon River, no upstate de Nova York, investiga oficiais após acusações de que caixas de tempo de madeira teriam sido usadas para isolar alunos com deficiência. Imagens das caixas circularam nas redes sociais na última semana.
O conselho informou que colocou três oficiais em licença e reassumiu o superintendente em funções administrativas. As caixas foram removidas e o Departamento de Educação do Estado abriu uma investigação. O governador Kathy Hochul comentou o caso, chamando as acusações de perturbadoras.
Ação institucional e resposta local
O distrito confirmou que instalou três caixas em duas escolas elementares, mas afirmou que nunca houve confinamento de alunos. Em reunião comunitária, pais alegaram ter visto crianças dentro dos dispositivos, gerando tensão na comunidade.
A governadora Hochul declarou que “as acusações são alarmantes e inaceitáveis”, cobrando ação rápida do DOE para investigar e corrigir a situação. O escritório do superintendente não respondeu a pedidos de comentário.
Contexto e impactos
Mais de 60% dos alunos do Salmon River são indígenas, o que aumenta a sensibilidade do tema na região. Comunidade acusações remexem memórias de escolas residenciais utilizadas para assimilação cultural de Native Americans.
O presidente da direção, Jason Brockway, pediu desculpas em nota pública, destacando que os episódios não refletem os valores do distrito. A direção informou que está cooperando com a investigação estadual.
Entre na conversa da comunidade