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Quadrilha é desmantelada com minicelulares para fraudar concurso público

Polícia prende cinco suspeitos de fraudar concursos públicos em Marituba e apreende equipamentos usados para aplicar golpes.

Minicelulares foram apreendidos e cinco pessoas suspeitas de fraude em concurso foram presas em Marituba — Foto: Polícia Civil/Reprodução
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  • Cinco pessoas foram presas em Marituba, na Grande Belém, durante a segunda fase da Operação Gabarito Final, que combate fraudes em concursos públicos.
  • A prisão ocorreu no domingo, 20, quando os suspeitos tentavam aplicar um esquema de fraude em uma prova.
  • Um dos detidos tentou se livrar de um celular jogando-o no vaso sanitário.
  • A Polícia Civil apreendeu minicelulares que seriam usados para repassar gabaritos durante a avaliação.
  • O grupo cobrava R$ 2 mil de cada candidato para garantir a aprovação, com um valor adicional de R$ 20 mil em caso de sucesso.

Cinco pessoas foram presas em Marituba, na Grande Belém, durante a segunda fase da Operação Gabarito Final, que combate fraudes em concursos públicos. A ação ocorreu no domingo, 20, quando os suspeitos tentavam aplicar um esquema de fraude em uma prova.

Os detidos foram flagrados em um local de prova, onde um dos suspeitos tentou se livrar de um celular jogando-o no vaso sanitário. A Polícia Civil apreendeu minicelulares que seriam usados para repassar gabaritos durante a avaliação. A operação contou com a participação de 60 agentes e foi realizada em mais de dez locais de prova.

De acordo com o delegado Joubert da Silva, da Delegacia de Estelionato e Outras Fraudes (Deof), o grupo cobrava R$ 2 mil de cada candidato para garantir a aprovação. Caso o candidato fosse bem-sucedido, um valor adicional de R$ 20 mil seria exigido. A quadrilha já era investigada desde março, quando a primeira fase da operação desmantelou um esquema similar.

Os envolvidos foram levados para a Divisão de Investigação e Operações Especiais (Dioe) e, em seguida, transferidos para a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap). A polícia não divulgou quantos dos presos eram candidatos ou quantos celulares foram apreendidos.

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