- O reality “Terceira Metade” estreia no Globoplay em 18 de julho, com apresentação de Deborah Secco e participação da psicanalista Regina Navarro Lins.
- O programa discute novas perspectivas sobre amor e relacionamentos, focando na aceitação de modelos não monogâmicos.
- Regina Navarro Lins, especialista em relacionamentos, destaca que o conceito de amor livre ganhou força na década de 1970 e se expandiu atualmente.
- A série aborda a mudança na mentalidade sobre separação e casamento, com um aumento nas relações abertas e poliamorosas.
- “Terceira Metade” terá dez episódios, com os três primeiros disponíveis na estreia e novos episódios lançados semanalmente.
O reality “Terceira Metade” estreia no Globoplay nesta sexta-feira, 18 de julho, com apresentação de Deborah Secco e participação da psicanalista Regina Navarro Lins. O programa explora novas perspectivas sobre amor e relacionamentos, abordando a crescente aceitação de modelos não monogâmicos na sociedade contemporânea.
Regina, especialista em relacionamentos, traz sua experiência para discutir as múltiplas formas de amar. Em suas palavras, o conceito de amor livre começou a ganhar destaque na década de 1970, mas hoje se manifesta de maneira mais ampla. “O que está acontecendo hoje é uma tendência”, afirma. A psicanalista destaca que a mentalidade sobre separação e casamento mudou significativamente ao longo das décadas.
A discussão sobre monogamia e não monogamia é central no programa. Regina observa que, enquanto muitos ainda seguem o modelo tradicional, há um movimento crescente em direção a relações abertas e poliamorosas. “As pessoas estão buscando individualidade, o que não é egoísmo, mas sim uma nova forma de viver”, explica.
O programa contará com dez episódios, lançados em blocos semanais. Os três primeiros episódios estarão disponíveis na estreia, seguidos por quatro em 25 de julho e os últimos em 1º de agosto. “Terceira Metade” promete provocar reflexões sobre o amor e suas diversas manifestações, desafiando os padrões estabelecidos e incentivando o público a explorar suas próprias formas de se relacionar.
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