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Liderança silenciosa se destaca e supera estilos barulhentos, afirma especialista

Martin Gutmann propõe priorizar a competência em vez do carisma na liderança, alertando sobre os riscos de líderes narcisistas nas organizações.

Gesto de silêncio (Foto: Steven Depolo)
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  • A liderança carismática é frequentemente valorizada em empresas, com exemplos como Elon Musk e Mark Zuckerberg.
  • O professor de administração Martin Gutmann critica essa abordagem, defendendo a liderança silenciosa e eficaz.
  • Gutmann alerta sobre os perigos de líderes narcisistas, que priorizam o carisma em vez da competência.
  • Ele sugere que as empresas mudem sua cultura organizacional para valorizar resultados consistentes e dar voz a colaboradores mais silenciosos.
  • A proposta inclui reestruturar reuniões e focar na eficácia, especialmente através de gestores intermediários.

A liderança carismática tem sido amplamente valorizada em ambientes corporativos, com figuras como Elon Musk e Mark Zuckerberg frequentemente exaltadas por suas posturas e decisões. No entanto, o professor de administração Martin Gutmann questiona essa abordagem, defendendo que a liderança silenciosa e eficaz é mais benéfica.

Gutmann alerta sobre os riscos de líderes narcisistas, que podem priorizar o carisma em detrimento da competência. Ele afirma que “estamos recompensando o carisma em detrimento da competência”, sugerindo que essa preferência pode levar a decisões arriscadas e a uma cultura organizacional tóxica. O professor propõe uma mudança na cultura empresarial, enfatizando a importância de valorizar a competência e a eficácia em vez da exibição.

A liderança eficaz, segundo Gutmann, evita o drama e se concentra em resultados consistentes. Ele observa que a tendência de valorizar líderes carismáticos pode ter raízes evolutivas, onde, em tempos de crise, traços dominantes são mais apreciados. Contudo, essa valorização pode mascarar a má gestão e decisões equivocadas.

Para transformar essa realidade, Gutmann sugere que as empresas reestruturem suas reuniões, dando voz aos colaboradores mais silenciosos e priorizando a substância em vez da performance. Ele acredita que a chave para uma liderança de sucesso está em moldar a cultura organizacional a partir dos gestores intermediários, que desempenham um papel crucial na dinâmica das equipes.

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