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Jornalista revela como experimento transformou sua personalidade e aumentou a felicidade

Olga Khazan transforma sua personalidade em um ano, reduzindo a ansiedade e aumentando a extroversão por meio de práticas científicas.

Olga Khazan, jornalista e autora do livro 'Eu, mas melhor: a ciência e a promessa da mudança de personalidade' (Foto: Tim Coburn)
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  • A jornalista Olga Khazan, da revista The Atlantic, enfrentou ansiedade e irritação, questionando sua capacidade de ser mãe.
  • Para buscar mais felicidade, ela realizou um experimento pessoal ao longo de um ano, testando atividades baseadas em pesquisas científicas.
  • Khazan avaliou seu progresso em cinco traços de personalidade: abertura, conscienciosidade, extroversão, amabilidade e neuroticismo.
  • Durante o experimento, ela participou de aulas de improvisação e meditação, o que a ajudou a se tornar mais extrovertida e a reduzir o neuroticismo.
  • Em seu livro “Eu, só que melhor: a ciência e a promessa da mudança de personalidade”, Khazan discute a possibilidade de moldar a personalidade por meio de experiências de vida.

Olga Khazan, jornalista da revista The Atlantic, enfrentou suas próprias batalhas com a ansiedade e a irritação, questionando sua capacidade de ser mãe. Para mudar sua personalidade e buscar mais felicidade, ela conduziu um experimento pessoal ao longo de um ano, testando atividades baseadas em pesquisas científicas.

Durante esse período, Khazan se comprometeu a avaliar seu progresso em relação aos cinco grandes traços de personalidade: abertura, conscienciosidade, extroversão, amabilidade e neuroticismo. Ela utilizou testes elaborados por psicólogos e se dedicou a atividades como aulas de improvisação e meditação, que a ajudaram a se tornar mais extrovertida e a reduzir seu nível de neuroticismo.

No seu livro, “Eu, só que melhor: a ciência e a promessa da mudança de personalidade”, Khazan reflete sobre a flexibilidade da personalidade e como ela pode ser moldada por experiências de vida. Ela destaca que, embora a personalidade seja em parte genética, é possível realizar mudanças intencionais. “Eu sabia que era menos vítima das circunstâncias do que de mim mesma”, afirma.

Khazan também discute como sua jornada a levou a reconsiderar a maternidade. O experimento ajudou a aumentar sua autoconfiança e a lidar melhor com a incerteza do futuro. Ela observa que, embora a mudança de personalidade possa ser desafiadora, é viável com dedicação e prática.

A experiência de Khazan sugere que, com esforço e estratégias adequadas, é possível transformar aspectos da personalidade e, assim, melhorar a qualidade de vida.

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