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Indonésio que tentou resgatar Juliana Marins recebe doação de R$ 435,5 mil

Alpinista que participou do resgate de Juliana Marins recebe R$ 435,5 mil após arrecadação controversa em vaquinha online.

Agam Rinjani, montanhista indonésio voluntário que participou do resgate do corpo de Juliana Marins (Foto: Agam_rinjani/Instagram)
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  • Juliana Marins, brasileira de 26 anos, faleceu após uma queda no vulcão Rinjani, na Indonésia, onde ficou mais de quatro dias aguardando resgate.
  • O resgate foi dificultado por condições climáticas adversas.
  • O alpinista Agam Rinjani, que participou da operação, recebeu R$ 435,5 mil de uma vaquinha online, que arrecadou cerca de R$ 518,5 mil.
  • A vaquinha enfrentou críticas por uma taxa de 20% da plataforma, mas a organizadora prometeu repassar o valor integral.
  • Juliana caiu na noite de 20 de junho, a cerca de 300 metros abaixo da trilha, e um laudo indicou que ela passou 32 horas viva antes de falecer.

Juliana Marins, uma brasileira de 26 anos, faleceu após uma queda no vulcão Rinjani, na Indonésia, onde permaneceu por mais de quatro dias aguardando resgate. As condições climáticas adversas dificultaram as tentativas de salvamento.

O alpinista Agam Rinjani, que participou do resgate, recebeu R$ 435,5 mil de uma vaquinha online, após a arrecadação totalizar cerca de R$ 518,5 mil. A transferência foi concluída na última terça-feira (8), conforme divulgado pela página Razões para Acreditar. A vaquinha enfrentou críticas devido a uma taxa de 20% da plataforma, mas a organizadora se comprometeu a repassar o valor integral.

Agam, que pagou sua passagem e reuniu amigos para ajudar no resgate, ficou ao lado do corpo de Juliana durante a noite, segurando-a para que não descesse mais 300 metros. Ele relatou que a operação de retirada durou sete horas e que enfrentou riscos, como chuva e pedras caindo. “Gostaria de ter feito mais, peço desculpas, mas fiz o que pude”, lamentou.

Juliana, natural de Niterói (RJ), estava em um mochilão pela Ásia e decidiu explorar a trilha do vulcão em Lombok. Ela tropeçou e caiu na noite de 20 de junho, ficando a cerca de 300 metros abaixo da trilha. Um laudo divulgado na última sexta-feira (11) indicou que Juliana passou 32 horas viva antes de falecer, apresentando dificuldades respiratórias antes de sua morte.

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