- Futuros dos EUA recuam; S&P 500 aponta queda de 0,2% na abertura.
- Brent cai 1,7% e fica em US$ 79 o barril, com sinais de avanço nas negociações entre EUA e Irã.
- Dólar sobe 0,2%; rendimentos dos títulos do Tesouro caem em toda a curva após o feriado.
- No Reino Unido, Keir Starmer anunciou renúncia; possível substituto é o ex-prefeito de Manchester, Andy Burnham.
- Avanços nas conversas EUA-Irã são citados como “grandes avanços”; objetivo é um acordo em dois meses e há linha de comunicação para passagem segura de navios no Estreito de Ormuz.
Os futuros das ações dos EUA recuaram nesta segunda-feira, refletindo avanços diplomáticos entre Washington e Teerã sem sustentar ganhando impulso nos mercados. O S&P 500 apontava abertura em baixa de cerca de 0,2%.
O petróleo Brent caiu 1,7%, para US$ 79 por barril, à medida que negociações entre EUA e Irã sinalizaram a caminho de um acordo final para encerrar hostilidades. O dólar subiu 0,2% diante de fluxos de capital entre ativos. Títulos do Tesouro migraram para quedas ao longo da curva.
No cenário externo, o Reino Unido vivencia turbulência política após a renúncia do premiê Keir Starmer, abrindo espaço para Andy Burnham. Analistas questionam impactos sobre as contas públicas britânicas caso Burnham assuma a posição.
Progresso nas negociações EUA-Irã
As negociações no Oriente Médio ganharam novos contornos com o Irã apontando “grandes avanços” após uma sessão noturna com Washington. As partes tentam chegar a um acordo de paz num prazo de até dois meses, enquanto o Estreito de Ormuz volta a figurar como rota segura para comércio marítimo.
Fatores de mercado e ambiente econômico
Além das negociações, participantes monitoraram o risco político global e a volatilidade cambial. Especialistas ressaltam que, mesmo com tensões, os ativos precificam um desfecho favorável, mantendo ganhos limitados diante de incertezas.
Apoio econômico para Brasil e México
Na agenda de fundos climáticos, o Brasil e o México receberam US$ 250 milhões cada um, via Fundos de Investimento Climático, com previsão de mobilizar mais de US$ 5 bilhões em cofinanciamento para descarbonização industrial.
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