- Ethereum opera perto de US$ 1,7 mil, com a cotação oscilando entre o fim de US$ 1,6 mil e o início de US$ 1,7 mil, em meio a uma resistência que pode definir a próxima direção.
- Dados do Defillama apontam TVL caindo 11% no trimestre, a US$ 38 bilhões, com empréstimos ativos em US$ 21,8 bilhões e volume de negociação em DEX de US$ 134,5 bilhões, queda de 24% no trimestre.
- Commodities tokenizadas subiram 60% no trimestre, para US$ 4,7 bilhões, quase totalmente impulsionadas pelo ouro; instituições escolhem Ethereum pela liquidez e pela previsibilidade de uso.
- Preço enfrenta resistência em US$ 1,85 mil após rompimento de triângulo, com objetivo de US$ 2 mil no curto prazo; suporte relevante fica próximo de US$ 1,6 mil e, se romper, pode abrir caminho para US$ 1,5 mil.
- Cenário de fluxo de ETFs complica: análise da Citi aponta dérivativos recordes frente a entradas inconsistentes de ETFs à vista; cenário base de US$ 2,2 mil e ponto bullish de US$ 6,4 mil; se entradas se firmarem, ETH pode testar US$ 1,9 mil e avançar para US$ 2 mil–US$ 2,2 mil.
Ethereum opera perto de 1.700 dólares, em um cenário de disputa entre compradores e vendedores na faixa de resistência que pode definir a próxima direção de preço. O movimento diário mostra ETH oscilando entre aproximadamente 1.600 e 1.700 dólares, evidenciando um patamar disputado.
Por trás do gráfico, métricas on‑chain sugerem sinais contraditórios. O TVL (valor total bloqueado) caiu 11% frente ao trimestre anterior, ainda em 38 bilhões de dólares. Em empréstimos ativos, a média ficou em 21,8 bilhões, queda de 16,6% QoQ. O volume de negociações em DEX somou 134,5 bilhões, queda de 24% QoQ.
Tokens de commodities registraram alta expressiva, com avanço de 60% no QoQ para 4,7 bilhões de dólares, impulsionados principalmente pelo ouro tokenizado. A Etherealize aponta que instituições escolhem Ethereum por liquidez, composabilidade e precedentes institucionais já estabelecidos.
Desempenho e Perspectivas
ETH mantém a consolidação após quebra de triângulo, com volume acima de 11 bilhões. A resistência imediata fica em 1.850 dólares, superar esse patamar pode abrir caminho para 2.000 dólares, alvo de curto prazo pela atual dinâmica.
O suporte relevante está em 1.600 dólares. Um fechamento diário abaixo desse nível pode projetar 1.550 dólares, com risco de 1.500 dólares se o apetite macro deteriorar. O quadro de fluxos de ETFs permanece complexo, com divergências entre derivativos e entradas em ETFs à vista.
Há também um cenário alternativo comentado pela comunidade: o Bitcoin Hyper, segundo estudo, posiciona-se como uma camada 2 para Bitcoin com integração ao Solana VM, prometendo velocidade de contratos inteligentes. A pré-venda já levantou 32,8 milhões de dólares, com preço atual de 0,01368 dólar.
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