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Café Arábica sobe com problemas climáticos; açúcar e cacau também sobem

Café arábica, açúcar e cacau sobem com atrasos na colheita brasileira e El Niño, sustentados por estoques certificados em queda

Cientistas alertam que as colheitas de arábica, o grão de café mais comum do mundo, serão gravemente afetadas
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  • O café arábica encerrou em alta de 13,6 centavos, 5,2%, a US$ 2,728 por libra-peso, com especuladores fechando posições vendidas diante da safra brasileira e do El Niño.
  • O café robusta subiu 2% e fechou em US$ 3.598 por tonelada métrica.
  • O açúcar bruto caiu temporariamente antes de fechar em alta de 1% a 13,82 centavos por libra-peso, com expectativas de reduzida produção devido ao El Niño.
  • O açúcar branco subiu 1,7%, para US$ 449,90 a tonelada, acompanhando a percepção de menor oferta global.
  • O cacau na Londres fechou em alta de 6,4%, a £ 3.157 por tonelada, apoiado pela expectativa de safras africanas abaixo do esperado e pelo El Niño.

Os contratos futuros do café arábica apresentaram alta nesta terça-feira na ICE, com operadores fechando posições vendidas ante sinais de atraso na safra brasileira, a proximidade do El Niño e o nível de estoques certificados. A alta acompanha movimentos de pregão em commodities.

O café arábica fechou em alta de 13,6 centavos, 5,2%, a US$ 2,728 por libra-peso. Analistas mencionam que especuladores líquidos podem ter reduzido posições vendidas diante do atraso na colheita no Brasil.

Vários dias de chuva afetaram o café ainda verde, prejudicando a secagem em terreiros das fazendas. Um trader dos EUA aponta demanda robusta, diferenciais elevados na Colômbia e perspectiva de onda de frio no Brasil em breve como fatores de alta.

Café Arábica

O café arábica teve impulso adicional com o cerrado atraso na colheita brasileira, enquanto o El Niño eleva previsões de volatilidade. O trigo do mercado global segue atento aos estoques certificados.

O robusta, segunda variedade, subiu 2% e bateu US$ 3.598 por tonelada métrica, refletindo o mesmo viés de mercado.

Açúcar

O açúcar bruto fechou em alta de 0,14 centavo, 1%, a 13,82 centavos por libra-peso, após recuo precedente. A queda do petróleo colaborou com pressão inicial de baixa.

Corretores destacam que as perspectivas de safra 2026/27, impulsionadas por El Niño, tendem a reforçar o viés de alta. O Rabobank aponta riscos crescentes para o balanço global do açúcar.

O açúcar branco avançou 1,7%, a US$ 449,90 por tonelada, apoiando o terreno com expectativas de menor oferta.

Cacau

O cacau em Londres fechou em alta de 189 libras, 6,4%, a 3.157 libras por tonelada. Indicadores sugerem safras 2026/27 mais fracas na África Ocidental, pressionando os preços.

O cacau de Nova York subiu 6,6%, a US$ 4.234 por tonelada, acompanhando o movimento de Londres e janelas de oferta restritas. O El Niño segue como fator de risco para a produção regional.

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