- As vendas da safra nova de café 2026/27 chegaram a 19% da produção prevista até 11 de junho, ainda abaixo da média histórica.
- O avanço em relação ao mês anterior foi de 3 pontos percentuais, mas permanece menor que o registrado no mesmo período do ano passado (22%) e abaixo da média de cinco anos (29%).
- Conilon/robusta representam 14% da safra nova, ante 18% no ano passado e 25% na média histórica para o período.
- O arábica acumula 21% das vendas da safra nova, frente a 24% no ano anterior e à média de cinco anos de 31%.
- As vendas da safra velha (2025/26) já atingem 91% da produção prevista.
As vendas da safra nova (2026/27) de café no Brasil atingiram 19% da produção prevista até 11 de junho, ainda abaixo da média histórica. A leitura é da consultoria Safras & Mercado, com o ritmo mais lento que o observado no ano anterior.
Segundo a Safras & Mercado, as vendas avançaram 3 p.p. frente ao mês anterior, mas continuam abaixo dos 22% do mesmo período de 2025 e dos 29% da média dos últimos cinco anos. O fator principal é a priorização do café disponível pelos produtores.
As vendas de grãos canéforas (conilon/robusta) somam 14% da safra, contra 18% em 2025 e 25% na média histórica para o período. No arábica, o avanço mensal é mínimo, totalizando 21%, abaixo de 24% de 2025 e da média de 31% em cinco anos.
A safra velha (2025/26) já atingiu 91% da produção prevista, conforme a consultoria. O analista explica que o fluxo do arábica segue cadenciado pela menor disponibilidade, resultado da quebra da safra anterior.
O relatório reforça que a colheita está lenta e que a disponibilidade de café novo ainda é baixa, o que ajuda a explicar o ritmo mais fraco das negociações até o momento. A Safras & Mercado acompanha o desempenho desde fontes oficiais e entrevistas com produtores.
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