- Philippe Stern, presidente honorário da Patek Philippe, morreu aos 87 anos.
- Liderou a empresa a partir de 1977, mantendo a aposta nos relógios mecânicos durante a crise do quartzo.
- Participou do lançamento do Nautilus, em 1976, e do Calibre 89, em 1989, marcos da marca.
- Centralizou operações em Plan-les-Ouates em 1996, criou o Museu Patek Philippe em 2001 e o Selo Patek Philippe em 2009.
- Em 2009 passou a presidência ao filho Thierry Stern; a família controla a empresa desde 1932; em 2023 foi lançada a Referência 1938P-001 em homenagem a Philippe.
Philippe Stern, presidente honorário da Patek Philippe, morreu aos 87 anos. Filho de Henri Stern, ele iniciou a trajetória na empresa em 1963, na Henri Stern Watch Agency, em Nova York, e voltou a Genebra três anos depois.
Em 1977, Stern assumiu a direção-geral da manufatura em um dos momentos mais desafiadores da relojoaria suíça, durante a crise do quartzo. Mantendo a aposta nos relógios mecânicos, participou do lançamento do Nautilus, em 1976, que valorizou o aço em um segmento tradicional.
Ao longo de sua gestão, a Patek Philippe promoveu marcos de inovação e preservação. Em 1989, o Calibre 89 marcou o renascimento dos relógios sofisticados; em 1996, as operações foram centralizadas em Plan-les-Ouates; e em 2001 foi inaugurado o Museu Patek Philippe.
Legado e marcos históricos
Em 2009, sob sua supervisão, nasceu o Selo Patek Philippe, com critérios mais rigorosos de acabamento, precisão e assistência técnica. Nesse mesmo ano, Stern cedeu a presidência ao filho Thierry Stern, mantendo-se como presidente honorário. A empresa é controlada pela família desde 1932, quando foi adquirida por Charles e Jean Stern.
Em 2023, em comemoração aos 85 anos de Philippe Stern, Thierry encomendou a Referência 1938P-001, um repetidor de minutos com alarme em platina, mostrador preto grand feu e retrato pintado à mão do pai, em edição limitada de 30 exemplares.
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