- Ações de companhias aéreas latino‑americanas sobem após a queda de preços do petróleo, impulsionadas pela notícia de acordo de paz entre Estados Unidos e Irã.
- LATAM Airlines subiu 4%; Copa Holdings avançou cerca de 2,5%; Azul teve alta de quase 6%; Aeromexico subiu 3% e Volaris avançou 5%.
- O JP Morgan avalia que a queda nos combustíveis pode beneficiar o setor no curto prazo, mas prevê preços do petróleo relativamente elevados no médio prazo.
- LATAM Airlines e Copa Holdings aparecem como escolhas preferenciais do banco, citando balanços mais sólidos e fluxo de caixa estável; Aeromexico é destacado no México pela boa performance financeira.
- A instituição ressalta que uma variação de 10% no preço do combustível pode impactar o EBITDAR em cerca de 8% para as companhias.
As ações de companhias aéreas latino-americanas registraram valorização nesta segunda-feira, após anúncios sobre um possível acordo de paz entre EUA e Irã que reduziram as preocupações com custos de combustível. O movimento ocorreu nos mercados de ações regionais e refletiu expectativas de menor pressão com combustíveis.
A LATAM Airlines subiu cerca de 4%, a Copa Holdings avançou em torno de 2,5%, e a Azul registrou alta próxima de 6%. No México, Grupo Aeroméxico cresceu cerca de 3%, e a Volaris teve alta de 5%.
Segundo o JP Morgan, a queda dos preços dos combustíveis pode favorecer as companhias no curto prazo, mas a instituição espera que os preços do petróleo permaneçam relativamente altos no médio prazo. O banco manteve recomendações distintas por empresa.
O JP Morgan destacou a LATAM e a Copa Holdings como escolhas preferenciais, citando avaliações atrativas, balanços mais sólidos e fluxo de caixa estável. Aeroméxico foi mencionada como favorito no México devido ao crescimento financeiro e poder de precificação.
Ainda segundo o banco, Azul e Volaris recebem cautela, com fatores específicos para cada uma. Entre eles, possíveis pressões de venda na Azul e desafios operacionais de curto prazo na Volaris.
O banco estima que uma variação de 10% nos preços do combustível se traduza em aproximadamente 8% de variação no EBITDAR, em média, para as companhias aéreas.
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