Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Startup levanta US$ 28 milhões para talheres à base de plantas na Copa do Mundo

PlantSwitch levanta US$ 28 milhões e levará talheres compostáveis ao SoFi Stadium para a Copa do Mundo de 2026, visando substituir o plástico

Somente nos Estados Unidos, quase 100 milhões de utensílios descartáveis são jogados fora todos os dias
0:00
Carregando...
0:00
  • A PlantSwitch captou US$ 28 milhões no total, com US$ 17 milhões recebidos na rodada Série A anunciada em maio.
  • A startup fornecerá talheres e copos compostáveis para o SoFi Stadium, que terá oito partidas da Copa do Mundo de 2026 com esses itens.
  • Entre os clientes, estão a Starlink (Elon Musk) e a Live Nation, além da Taylor Farms, que usa talheres compostáveis em saladas vendidas no Walmart.
  • A empresa usa resíduos como cascas de arroz para fabricar massa moldável que se decompõe em até dez semanas, buscando substituir o plástico sem perder qualidade.
  • Em comparação ao plástico, os itens da PlantSwitch ainda são mais caros, mas são aceitos por mais de cem clientes, com foco inicial em alto volume e baixa margem.

A startup PlantSwitch captou US$ 28 milhões no total e avança na substituição de itens plásticos no setor de alimentação. A empresa fechou uma rodada Série A de US$ 17 milhões em maio, elevando o aporte anterior para somar US$ 28 milhões. A meta é ampliar a produção de talheres, copos e embalagens compostáveis.

A parceria com o SoFi Stadium, em Los Angeles, foi anunciada no contexto da Copa do Mundo da FIFA de 2026, que ocorrerá no estádio. A arena, com capacidade para 70 mil pessoas, passará a distribuir utensílios da PlantSwitch durante oito partidas. O movimento ocorre em meio a pressões de custos e disponibilidade de insumos plásticos.

Participantes e trajetória

Dillon Baxter, CEO da PlantSwitch, destaca que consumidores e empresas desejam soluções sustentáveis sem abrir mão da qualidade. Maxime Blandin, cofundador, reforça o objetivo de manter aparência e funcionalidade do plástico, com decomposição natural em até dez semanas.

Nos Estados Unidos, o ciclo de adoção já ganhou tração. A Taylor Farms foi a primeira a adotar os talheres na linha de saladas vendidas nos supermercados Walmart. A Starlink e a Live Nation passaram a usar os produtos da startup em ambientes corporativos e eventos, respectivamente.

Impacto e próximos passos

A PlantSwitch utiliza resíduos como casca de arroz para fabricar uma massa moldável em garfos e colheres. Embora o custo permaneça superior ao do plástico tradicional, empresas pagam pela opção sustentável, incentivando a escalabilidade. A estratégia é ampliar a escala para reduzir custos e abrir caminho para outras indústrias.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais