- O ouro fechou próximo da estabilidade, cotado a US$ 1.935,00 a onça, com queda de 0,1%; oscila entre US$ 1.944,00 e US$ 1.930,00.
- Tensões no Oriente Médio se intensificaram após ataque de foguetes na fronteira Israel-Líbano, elevando a aversão ao risco e pressionando o metal precioso.
- O petróleo Brent subiu 1,2% para US$ 75,50 o barril, apoiado pela possibilidade de interrupção no fornecimento na região.
- O CPI dos EUA será divulgado nesta terça-feira, referência para a política do Federal Reserve e possível alta de juros.
- O dólar atingiu o maior nível em duas semanas, tornando o ouro mais caro para investidores internacionais.
O ouro fechou quase estável na segunda-feira, após oscilar entre US$ 1.930,00 e US$ 1.944,00 a onça, encerrando em US$ 1.935,00. A forma de fechamento manteve a variação em queda de 0,1%. A divulgação do CPI dos EUA também era aguardada, influenciando o cenário.
A tensão no Oriente Médio voltou a aumentar após o ataque de foguetes na fronteira entre Israel e Líbano, elevando a aversão ao risco e pressionando o ouro. O petróleo Brent subiu 1,2%, para US$ 75,50 o barril, com expectativa de interrupção no fornecimento na região.
O mercado acompanha a divulgação do CPI dos EUA, programada para terça-feira, que pode orientar a política monetária do Federal Reserve. Analistas apontam que o CPI pode indicar desaceleração da inflação, influenciando a trajetória de juros.
Fatores que movem o preço
O dólar ganhou fôlego, atingindo o maior nível em duas semanas, o que torna o ouro mais caro para compradores internacionais. A leitura de inflação nos EUA é vista como chave para a próxima decisão de juros do Fed.
Perspectivas para o curto prazo
O mercado segue atento às tensões no Oriente Médio e a dados econômicos dos EUA, que podem alterar o cenário para ouro e petróleo nos próximos dias. A combinação de geopolítica e indicadores macro permanece central para o movimento dos preços.
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