- Andy Burnham, candidato do Labour, apoia reduzir o VAT de vinte por cento para dez por cento no setor de hospitalidade, para ficar alinhado com as taxas europeias.
- Chefs e empresários criaram a campanha “VAT’s the problem” para defender a queda, citando exemplos da França, Espanha, Itália (dez por cento) e Alemanha (sete por cento).
- Tom Kerridge afirmou que Burnham pode se tornar primeiro-ministro e que o setor inteiro da hospitalidade deve se apoiar nele, destacando o entendimento dele sobre vida noturna, alimentação e entretenimento.
- Outros chefs, como Thomasina Miers e Tommy Banks, disseram estar encorajados com a posição de Burnham e destacaram a crise atual com fechamento de negócios e custos elevados.
- O contexto é político: Burnham concorre pela Makerfield e pode desafiar a liderança de Keir Starmer; Sacha Lord afirmou que a redução de VAT salvaria empresas e empregos no setor.
Andy Burnham, candidato do Labour à vaga de Makerfield, defende a redução do IVA do setor de hospitalidade de 20% para 10%, alinhando-se a taxas praticadas na França, Espanha e Itália, onde bares, restaurantes, hotéis e pubs possuem alíquotas mais baixas. A proposta integra uma campanha intitulada “VAT’s the problem”, impulsionada por chefs e empresários do ramo.
Chefes e restaurantes passaram a apoiar publicamente a ideia de Burnham, que também é prefeito de Manchester, reconhecido pela cena culinária da cidade. O movimento argumenta que a redução ampliaria a viabilidade de negócios, preservando empregos e estimulando a atividade econômica local.
Lideranças do setor reforçaram que o setor enfrenta dificuldades severas devido a aumentos de impostos, custos de energia, inflação de alimentos e reajustes na contribuição previdenciária. A percepção é de que políticas fiscais mais flexíveis poderiam favorecer a recuperação de bares, pubs e restaurantes.
Entre os apoiadores estão o chef Tom Kerridge e empresários da gastronomia, que destacam o histórico de Burnham em Manchester e seu conhecimento sobre a vida noturna e o entretenimento. Eles afirmam que o apoio ao IVA reduzido seria uma resposta prática para o setor em crise.
Outras vozes do ramo lembram que a recuperação depende de medidas fiscais consistentes, não apenas de promessas políticas. Executivos da hotelaria também defendem que o IVA reduzido pode estimular investimentos e criação de empregos de forma sustentável.
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