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Governo detalha bloqueio orçamentário; Defesa, Cidades e Educação lideram cortes

Governo detalha bloqueio adicional de 22,1 bilhões; total em 2026 fica em 23,7 bilhões, com cortes em Defesa, Cidades e Educação e emendas de 4,9 bilhões

Foto aérea mostra a Esplanada dos Ministérios com o Congresso ao fundo — Foto: Ana Volpe/Agência Senado
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  • Governo detalha bloqueio adicional de R$ 22,1 bilhões no orçamento de 2026, aumentando a limitação total para R$ 23,7 bilhões.
  • Os ministérios mais atingidos são Defesa, Cidades e Educação.
  • O bloqueio também atingiu emendas parlamentares, somando R$ 4,9 bilhões.
  • Despesas discricionárias do Poder Executivo foram contenidas em R$ 18,7 bilhões.
  • Trabalhar e Emprego, Previdência Social e Justiça e Segurança Pública ficaram de fora da medida e não tiveram recursos bloqueados.

O governo federal detalhou, na noite de sexta-feira (29), o bloqueio adicional de R$ 22,1 bilhões no orçamento deste ano, conforme decreto publicado para explicar a medida. Junto ao bloqueio já existente, a limitação de gastos em 2026 chega a R$ 23,7 bilhões.

Os ministérios mais afetados são Defesa, Cidades e Educação, que concentram a maior parte dos cortes. Ao todo, as emendas parlamentares sofreram bloqueio de R$ 4,9 bilhões. As despesas discricionárias, que englobam custeio e investimentos da máquina pública, tiveram redução de R$ 18,7 bilhões.

Entre os órgãos que ficaram fora da sanção ficaram o Trabalho e Emprego, a Previdência Social e a Justiça e Segurança Pública, que não tiveram recursos bloqueados em seus orçamentos. O bloqueio busca atender ao regime fiscal em vigor desde 2023, que estabelece limites para o crescimento das despesas e o peso da dívida pública.

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