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Ibovespa cai e dólar sobe para R$ 5,03 após ataques EUA e Israel ao Irã

Ibovespa recua 0,69% com nova ofensiva dos EUA e de Israel ao Irã; Brent sobe e dólar atinge R$ 5,03, ampliando volatilidade no mercado

Fechamento 26/05/2026
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  • Ibovespa caiu 0,69%, para 176.589 pontos, após novo ataque dos Estados Unidos e de Israel ao Irã.
  • Ataques ocorreram horas depois de o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmar que as negociações estavam “progredindo bem”.
  • O preço do petróleo Brent subiu 3,73%, para US$ 99,73 por barril, e o dólar comercial avançou 0,18%, a R$ 5,027.
  • Em Nour News, a agência estatal iraniana informou que embarcações iranianas foram atingidas no Estreito de Ormuz e outros alvos ao sul da Ilha Larak, com fatalities.
  • Nos EUA, índices mostraram alta, com Dow Jones em queda de 0,23%, S&P 500 em alta de 0,61% e Nasdaq 100 em valorização de 1,19%, mesmo diante dos ataques.

O Ibovespa caiu 0,69% nesta terça-feira (26), aos 176.589 pontos, devolvendo parte dos ganhos da véspera. o recuo ocorreu após o novo ataque dos Estados Unidos e de Israel ao Irã, conforme apuração da Bloomberg Línea.

A ofensiva envolveu ataques a embarcações iranianas no Estreito de Ormuz e outros alvos ao sul da Ilha Larak, segundo a agência iraniana Nour News. O episódio reacende a tensão na região e questiona a possibilidade de um cessar-fogo entre EUA e Irã.

A reação dos mercados globais foi mista. O petróleo Brent subiu 3,73%, para US$ 99,73 por barril, enquanto o dólar comercial avançou 0,18%, para R$ 5,027. Nos EUA, índices passaram a subir, com S&P 500 em +0,61% e Nasdaq 100 em +1,19%.

Apesar dos ataques, analistas apontam que as negociações entre EUA e Irã seguem como tema central. O estrategista de Mizuho Bank, Jordan Rochester, afirmou que os dois lados parecem próximos de um acordo, com os EUA indicando não querer retorno à atividade militar. A volatilidade, no entanto, permanece.

O complexo histórico envolvendo o Estreito de Ormuz, que opera como via de trânsito de petróleo, mantém o relevo estratégico da região. A reabertura ou maior liberalização da rota ainda depende de avanços diplomáticos entre as partes envolvidas.

Fonte: Bloomberg News, com atualização de mercado ao longo do dia.

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