- O Stoxx 600 atingiu o maior nível intradiário desde o início do conflito entre Israel e Irã, em dia de feriado europeu.
- O MSCI All Country World Index avançou 0,4% e fechou em máxima histórica; nos EUA, bolsas permanecem fechadas pelo Memorial Day.
- O petróleo Brent caiu para cerca de US$ 99 por barril, com sinais de que EUA e Irã podem reabrir o Estreito de Ormuz para restabelecer o fluxo.
- Os contratos futuros do S&P 500 subiram 0,9% antes da abertura dos mercados americanos, que estavam fechados.
- O dólar recuou ante as moedas das principais economias desenvolvidas.
O mercado europeu avançou nesta segunda-feira, com o Stoxx 600 atingindo o maior nível desde o início do conflito entre Israel e Irã. O índice global MSCI All Country World subiu 0,4%. Nos EUA, as bolsas ficaram fechadas pelo feriado do Memorial Day.
O otimismo ganhou força após autoridades sinalizarem que EUA e Irã estão próximos de um acordo para reabrir o Estreito de Ormuz e restabelecer o fluxo de petróleo pela rota estratégica. O petróleo Brent recuou mais de 4%, para cerca de US$ 99 por barril.
Na prática, o fechamento parcial de mercados europeus ocorreu por feriados em Reino Unido, Noruega e Dinamarca, enquanto contratos futuros do S&P 500 mostraram alta de 0,9% com a ausência de operações nos EUA. O dólar caiu frente às moedas das principais economias desenvolvidas.
Outro trecho de tensão geopolítica e a retomada de apetites por risco ajudaram a impulsionar as bolsas globais após semanas de impasse. Ainda assim, o Irã afirmou que o acordo não é iminente, ainda que haja consenso sobre várias questões.
Entre os destaques da manhã, surgiram avaliações de investimentos em IA, rumores de ofertas públicas iniciais e debates sobre política monetária. Ações de SoftBank atingiram patamar recorde com expectativas de IPO da SB Energy e da OpenAI.
A visão de renda fixa também ganhou espaço: há expectativa de que o Federal Reserve possa reduzir juros em vez de elevá-los, segundo comentado por gestores de referência. Análises indicaram apetite por risco fundamentado em cenários de menor tensão no Oriente Médio e avanços em tecnologia.
No front institucional, o Ministério Público brasileiro acionou a Justiça para proibir o registro, produção, venda e uso do glifosato no país, citando riscos à saúde e ao meio ambiente. A iniciativa pode impactar fabricantes e cadeias de distribuição.
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